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O imperialismo francês na África

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
administração
Faculdade
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Informações do trabalho

Vanessa C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
16 páginas
Nível
avançado
Consultado
151 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Definição de imperialismo
  2. A França antes da ação imperialista
  3. A África francesa
  4. O fim do império colonial
  5. Significados do imperialismo na França e na África

As civilizações dos egípcios e dos babilônicos estão entre as mais antigas que a História registra. Esses povos, além de outros vizinhos, mantiveram sempre muitas relações, através do comércio e das guerras. Suas histórias, sem exceção, estão cheias de guerras. Aqueles que conseguiam organizar-se melhor e mais poderosamente, acabavam invadindo as terras de outros, que então passavam a pagar pesados impostos aos vencedores e ainda se tornavam escravos destes.
Parece que não havia sistemas e regimes sólidos. Desse modo, os egípcios foram os primeiros a dominar terras e povos vizinhos, formando um grande império.
Esses impérios eram governados por um rei ou imperador. Apoiados pelas classes mais poderosas, eles impunham ao povo um culto a si próprios como se fossem filhos ou enviados dos deuses.
No decorrer dos tempos, pela visão histórica, é possível analisar que grandes impérios caíram, civilizações desapareceram e que outros ainda surgirão. Se fôssemos estudar a história de cada um desses povos, muito havia para se contar, no entanto, eles aparecem apenas para fazer entender a continuidade das culturas e das civilizações.
A Europa esteve mergulhada no mundo agrário dos feudos, onde a visão de mundo baseava-se fundamentalmente no pensamento religioso cristão, que ensinava a busca do destino do homem através de seu desenvolvimento espiritual.
A expansão marítima de Portugal e Espanha, modificou a Europa. Assim, como estes dois países, à medida que consolidava seu processo de unificação política, os demais Estados europeus também lançavam-se à conquista de novas terras em todo o mundo, como, por exemplo, América, África e Ásia.
Além da Ásia e da África, a América se revelava uma fonte inesgotável para a obtenção de lucros comerciais. Mas a influência da América sobre a Europa estendeu-se também ao plano das idéias, ampliando os horizontes de conhecimento e marcando decisivamente o pensamento imperialista europeu.
Na verdade, o que modificaria a vida política em toda a Europa, foi, sem dúvida, um processo revolucionário ocorrido na França após a segunda metade do século XVIII.
Com o êxito da Revolução Francesa, transformações aconteceram, foi o marco da ascensão da classe burguesa, já detentora do poder econômico e político.
Não encontrando oportunidades para aplicações de capitais acumulados com o advento da revolução industrial e com um governo forte, a França rumou para a conquista imperialista da África e da Ásia.
Dentro de um contexto ideológico, subjugaram os colonizados, quebrando tradições milenares, impondo-lhes a cruz, a fome e a espada, se esquecendo de que não há seres humanos superiores ou inferiores, apenas culturas diferentes.

[...] Na verdade, o que modificaria a vida política em toda a Europa, foi, sem dúvida, um processo revolucionário ocorrido na França após a segunda metade do século XVIII. Com o êxito da Revolução Francesa, transformações aconteceram, foi o marco da ascensão da classe burguesa, já detentora do poder econômico e político. Não encontrando oportunidades para aplicações de capitais acumulados com o advento da revolução industrial e com um governo forte, a França rumou para a conquista imperialista da África e da Ásia. [...]


[...] Naturalmente, essa convicção de superioridade e sentimento serviam com perfeição aos interesses econômicos dos países industrializados em relação ao resto do mundo, principalmente a França, pois o governo napoleônico estava intrinsecamente ligado na formação e consagração do capitalismo francês. Se a economia do mundo do século XIX foi formada principalmente sob a influência da revolução industrial britânica, sua política e ideologia foram formadas fundamentalmente pela Revolução francesa. A Grã-Bretanha forneceu o modelo para as ferrovias e fábricas, o explosivo econômico que rompeu com as estruturas sócio- econômicas tradicionais do mundo não europeu; mas foi a França que fez suas revoluções e a elas deu suas idéias, a ponto de bandeiras tricolores de um tipo ou de outro terem-se tornado o emblema de praticamente todas as nações emergentes, e a política européia (ou mesmo mundial) entre 1789 e 1917 foi em grande parte a luta a favor e contra os princípios de 1789, ou os ainda mais incendiários de 1793. [...]


[...] A ideologia dominante do Imperialismo sempre foi o racismo, pois, ao contrário, com base em que argumento poderiam uns homens controlar a vida e o trabalho de outros, se fosse admitido que eram todos iguais? Com base nisso, os ingleses consideravam fardo do homem branco? levar a civilização aos povos da Ásia e áfrica. É o mesmo que os franceses chamaram de ?missão civilizadora? e os norte-americanos, ao deitarem as garras sobre a América mestiça (latina) qualificaram de ?destino manifesto? (MARQUES; LOPEZ p.13). [...]

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