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O mito

Informações sobre o autor

autônoma
Nível
Especializado
Estudo seguido
Letras

Informações do trabalho

Montserrat C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
12 páginas
Nível
Especializado
Consultado
231 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. O pensamento mítico
    1. O mito e a fala
    2. O mito como sistema semiológico
  2. Mitologia na arte vocal burguesa
  3. O mito e a fábula artística na origem da arte
    1. Dissociação das artes
  4. O mito como linguagem roubada
  5. A necessidade e limites da mitologia e do mitólogo
  6. A mitologia em torno de um cérebro
  7. A fotografia como um meio divulgador de mito
  8. A publicidade e a criação de mitos
    1. O cuidado e a alimentação dos mitos
    2. O poder do mito na publicidade
    3. A importância das mitologias

O pensamento mítico através da Tradição filosófica do século XVIII, com a filosofia da Ilustração, e do século XIX com a filosofia da história de Hegel e o Positivismo de Comte, afirmava que do mito à lógica havia uma evolução do espírito humano, ou seja, o mito era uma etapa, uma fase do espírito humano e da civilização que antecedia o advento da lógica, considerando a etapa posterior e evoluída do pensamento e da civilização.
Essa tradição filosófica fez crer que o mito pertenceria a culturas inferiores, primitivas ou atrasadas, e o pensamento lógico a culturas superiores. Essa separação do pensamento fazia com que julgasse a presença, em nossa sociedade de explicação mítica, como a religião, literatura e artes.
A antropologia social que estuda os mitos das sociedades ditas selvagens e também as mitologias de nossas sociedades, ditas civilizadas, que transforma em mito aquilo que o pensamento conceitual elabora nas ciências em filosofia.
Marx dizia que o mito Zeus, portador de raios, trovões e tempestades, não poderia funcionar numa sociedade que inventou o pára - raio, mas, o próprio Marx mostrou tal sociedade cria novos mitos adaptados à era da máquina e da tecnologia, reunindo sem um plano muito rígido tudo o que encontra.
O pensamento mítico faz exatamente a mesma coisa, reunindo experiências, as narrativas e relatos até compor um mito geral.

[...] Algumas pessoas ficam preocupadas com o fato da cultura dos Estados Unidos, no que se diz respeito às mitologias, ter que recorrer a Hollywood ou pior ainda a Madison Avenue, o que é resultado de uma sociedade consumista impregnado em todos os aspectos, sendo assim a publicidade acaba desempenhando um papel importante na criação e na manutenção das mitologias que condicionam nossas vidas O PODER DO MITO NA PUBLICIDADE No período contemporâneo a publicidade exerce um papel de comandos em todas as culturas, principalmente na capitalista, como fonte indutiva de consumo, ou seja, falsa necessidade, mas não vou racionalizar esta observação particularmente minha acima citada. [...]


[...] Sendo assim me leva a pensar o seguinte, que o mito foi uma realidade para aqueles que ainda possuíam um religioso e como tal isento de problemática e que mais tarde quando destruiu, todos os fenômenos careceram de nova fundamentações, e na reconstrução de um mundo completo, a arte representava um dos vários degraus. Após a perda do mito, o homem deixou de ouvir o imperativo, que a linguagem filosófica traduz como sendo princípio era ao divino, agora passou a ser a força imperiosa do individual. [...]


[...] Essas letras representam uma combinação que o homem procura e Einstein quase descobriu, eis o mito dele, onde se encontram todos os temas gnósticos que são as unidades da natureza, a possibilidade de uma redução fundamental do mundo, o poder da abertura da palavra, a luta ancestral entre segredo e uma expressão e a idéia de um saber total. Ele realizou os sonhos mais contraditórios, reconciliou miticamente o poder infinito do homem sobre a natureza e a fatalidade de um segredo que ele ainda não pode rejeitar, e qual com uma histórica equação E=MC2 quase se concretizou a pura idéia de chave uma linear, feita de um só metal, com o poder de abrir uma porta a qual há séculos tentamos abrir. [...]

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