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Processo de industrialização e formação capitalista do Brasil – 1930-1945

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
direito...
Faculdade
Universidad...

Informações do trabalho

Marcele A.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
8 páginas
Nível
Para todos
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. O processo de industrialização
  3. As bases do desenvovimento capitalista
  4. Conclusão
  5. Bibliografia

A industrialização no Brasil expandiu-se ao longo de todo o século XIX e mesmo por boa parte do século XX. No início, os interesses agrários não permitiram que se adotasse uma política protecionista, com tarifas suficientemente elevadas para o desenvolvimento de uma indústria autônoma. O que ocorreu, foi a instalação de fábricas cujos artigos não sofreram a concorrência de produção estrangeira e que se beneficiavam de um mercado consumidor restrito.
A medida em que os países industrializados iam reorientando sua produção, abria-se a possibilidade de expansão da indústria nacional, que se dedicava à fabricação daqueles produtos ?desprezados?, ou cujo valor fosse pequeno e, portanto, de pouco interesse para o produtor estrangeiro. Foi o caso da fabricação dos tecidos de algodão e da sacaria para embalagens de café, por exemplo. Além disso, o Brasil foi pouco a pouco dispondo de matérias-primas abundantes a preço baixo e de capitais oriundos da exportação de produtos agrícolas, notadamente o café, que precisavam ser reinvestidos.

[...] Mas a sustentação de um processo de expansão industrial acelerada com a busca simultânea de soluções técnicas e financeiras para a implantação de um setor de bens de produção exigia bem mais do que reestruturar o sistema tributário. Nesse contexto específico inscreveu-se a opção pela empresa pública como alternativa de financiamento do novo padrão de acumulação, em uma conjuntura internacional de tecnologia altamente monopolizada. Setores como os de ferro e do aço, da energia elétrica, da química pesada e da produção de motores tiveram sua solução inicial com base no desenvolvimento estatal ou na forma de empresas de economia mista. [...]


[...] Aproveitando-se da ausência de leis que protegiam o trabalhador e do seu fraco poder de organização, os operários das indústrias eram extremamente explorados pela burguesia industrial em uma situação adiante, particularmente na década de 1920 e a partir da década de 1930 com alguma melhoria devido à legislação trabalhista que lhes foi concedia. De qualquer forma, baixos salários, precárias condições de vida, grande freqüência de doenças, fruto da desnutrição e da insalubridade, elevada taxa de mortalidade, péssimas condições de moradia, eram o retrato da condição do trabalhador e davam uma idéia sobre a base da acumulação de capital no país, que repousava menos na elevação da produtividade do que na exploração absoluta de mão-de-obra. [...]


[...] O que ocorreu em épocas de crises foi a utilização plena da capacidade instalada, e não a criação ou ampliação em números das unidades fabris de produção. Desde o momento em que a indústria mostrou-se rentável e que um mercado consumidor nacional (quase sempre de elite e concentrado em algumas regiões, como o eixo Rio - São Paulo) apresentou-se com razoável poder de compra, os capitais estrangeiros tenderam a penetrar e a se instalar em atividades produtivas. Esses capitais foram investidos em setores ainda não cobertos pelos nacionais, associavam-se aos nacionais ou concorriam no mesmo ramo. [...]

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