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Sociedade barroca

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
história
Faculdade
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Informações do trabalho

Júlio Cesar M.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
13 páginas
Nível
Para todos
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO ? FLEXIBILIZAÇÃO E UNIVERSALIDADE
  2. BARROCO MINEIRO
  3. SOCIEDADE BARROCA
  4. CATEGORIAS SOCIAIS
  5. OSTENTAÇÃO E HONRA
  6. HOMENS E MULHERES
  7. RELIGIÃO

O Barroco e a sociedade mineira constituem os objetos históricos que neste Trabalho de Licenciatura coube a nós desenvolver. No primeiro momento formamos o grupo e aguardamos que nos fossem oferecidos os temas. Depois, dentre as exíguas opções que nos foram apresentadas, escolhemos por trabalhar com a sociedade mineradora, fazendo uma analogia desta com a cultura barroca.
Saímos então a cata de literaturas que dessem suporte ao nosso trabalho e, ao longo de nossas leituras, fomos selecionando aquelas que abordavam os aspectos a serem por nós considerados. Encontramos vários livros sobre ambos os assuntos, sociedade e Barroco, porém, ficou-nos o ressentimos não poder ler a todos em tempo de elaborar o presente trabalho.
Este trabalho está estruturado com um plano de aula, uma síntese do Barroco sob o enfoque da História da Arte, seguido de um estudo da sociedade mineira contemporânea ao Barroco. No desenvolvimento dos assuntos relacionados à sociedade tentamos buscar os elementos de excesso e contradição da população mineira por serem essas características comuns ao Barroco.
Rompendo os padrões estabelecidos pela escola classicista do Renascimento, surge em fins do século XVI uma nova tendência nas artes. É a escola denominada ?Barroca?, enfática, violenta, agitada, que domina todo o século seguinte. Procura fundir elementos da arte gótica e renascentista, rompendo ao mesmo tempo os valores aceitos. Abandona o senso de equilíbrio geométrico, buscando despertar surpresa e emoções que ÁVILA(1994) atribui como sendo devido à:
Perplexidade existencial do homem barroco, pressionado pelas forças de historicidade, pelos elementos de uma religiosidade angustiante e buscando desesperadamente anular de algum modo a consciência dilemática diante do inexorável. (ÁVILA, 1994, P. 30)
Por intermédio de complexos jogos especiais de luz e sombra, era obtido o contraste de diversos relevos de uma escultura. As proporções da figura humana foram por vezes distorcidas para avivar a dramaticidade. O estudo da iluminação (luz e sombra) e da variedade de materiais utilizáveis no trabalho do escultor como preocupação central, a fim de que fossem obtidos os melhores efeitos, foi de uma importância determinante para os artistas dos séculos seguintes.
Na arquitetura, escultura, e pintura há o predomínio do emocional sobre o racional; o artista fica livre de qualquer regra ou padrão para liberdade de criação em busca de efeitos decorativos e visuais; a exploração de forte realismo pela inspiração popular. As composições são dinâmicas com o predomínio da vertical sobre a horizontal com eliminação da linha reta, com fuga do geométrico; a estreita relação das artes, através da arquitetura e escultura intimamente ligadas; valorização do entalhe na construção de altares, com luxo na decoração e aplicação a ouro; pintura de tetos com efeitos ilusionistas; fachadas simples, contraste entre a simplicidade do exterior com a opulência decorativa do interior, era a tônica na arquitetura; violentos contrastes de luz e sombra eram marcantes na pintura.
O Barroco brasileiro foi diretamente influenciado pelo barroco português, porém, com o tempo, foi assumindo características próprias e sua expressão maior se deu nas Minas Gerais. A grande produção artística barroca no Brasil ocorreu nas cidades auríferas de mineiras, no chamado século do ouro (século XVIII). Estas cidades eram ricas e possuíam uma intensa vida cultural e artística em pleno desenvolvimento.
O principal representante do barroco mineiro foi o escultor e arquiteto Antônio Francisco de Lisboa também conhecido como Aleijadinho. Sua obras, de forte caráter religioso, eram feitas em madeira e pedra-sabão, os principais materiais usados pelos artistas barrocos do Brasil. Podemos citar algumas obras de Aleijadinho: Os Doze Profetas e Os Passos da Paixão, na Igreja de Bom Jesus de Matozinhos. Outros artistas importantes do barroco brasileiro foram: o pintor mineiro Manuel da Costa Ataíde e o escultor carioca Mestre Valentim. No estado da Bahia, o barroco destacou-se na decoração das igrejas em Salvador como, por exemplo, de São Francisco de Assis e a da Ordem Terceira de São Francisco.

[...] o tema de aula, seguido pela exposição oral do professor regente Desenvolvimento: 1º Momento: Após conversa informal e conhecimentos prévios dos alunos sobre o tema proposto, o professor ira ministrar uma aula expositiva abordando o tema, a influência do barroco na sociedade mineira nos século XVIII , analisando os principais fatores que levaram a essa influência social. 2º Momento: Logo após a aula expositiva será solicitado que a turma se divida em pequenos grupos; cada grupo receberá um texto relacionado ao assunto da aula. [...]


[...] Apesar da importância das e do comércio de tabuleiro para o abastecimento de várias regiões, essas atividades foram constantemente reprimidas pelas autoridades portuguesas. A presença das mulheres nas lavras de ouro e nas pequenas casas de comércio era considerada como propiciadora da prostituição, do contrabando de ouro, e até mesmo fuga de escravos. Destarte, esse comércio foi sempre recriminado pelas autoridades: Apesar das diferenças entre essas modalidades de comércio em Minas Gerais, ambas suscitaram forte desagrado às autoridades da administração colonial, em alguns casos, a origem da preocupação situava-se especialmente nos problemas decorrentes da presença feminina nesses ramos comerciais [ . [...]


[...] Tratava-se de um procedimento de fiscalização do comportamento das pessoas levado a cabo por um corpo eclesiástico itinerante, análogo às visitações do Santo Ofício, mas que diferia dela pelo número menor de componentes da mesa, bem como das penas que eram muito brandas se comparadas com a Inquisição. Seu objetivo era mais educador do que punitivo. FIGUEIREDO(1993) observa que: A ação da igreja em Minas através das devassas seria interpretada como um instrumento normalizador, pois, agindo paralelamente ao estado, buscava precipuamente disciplinar comportamentos desviantes de sua população, combatendo em particular as práticas extraconjugais identificadas com o concubinato que pudessem ampliar de maneira descontrolada a população mestiça. [...]

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