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Teoria semiótica da cultura

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Marta O.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
dissertação
Número de páginas
12 páginas
Nível
Especializado
Consultado
72 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Cultura e semiótica da cultura
  3. As modalidades lógicas e a estrutura de poder dos discursos
  4. A função pragmática e a função hedônica
    1. O querer e o dever
    2. O prazer como meio e como fim
  5. Classificação semiótica das práticas sociais
    1. Atividades pragmáticas e atividades hedônicas
  6. Atividades discursivas (públicas e não-públicas) e atividades não-discursivas
  7. A estrutura de poder dos discursos sociais a partir de uma concepção funcionalista de cultura e antropocultura
    1. Sistematização do universo das práticas humanas

A palavra "cultura" é, sem dúvida, bastante rica de significados, dada a própria complexidade do conceito que ela representa. Se excluirmos as acepções palavra que remetem diretamente à sua etimologia (do latim cultura, ato de cultivar), ligadas ao domínio da agricultura (por exemplo, cultura de soja) e da biologia (por exemplo, cultura de bactérias), e nos ativermos às acepções de cultura resultantes do uso originalmente metafórico desse termo, isto é, referentes ao "cultivo do espírito", ainda assim encontraremos no mínimo dois conceitos diferentes de cultura:
? A cultura em seu sentido mais amplo, antropológico, entendida como tudo aquilo que no ser humano não é exclusivamente produto do instinto biológico.
? A cultura num sentido mais restrito, encarada como conjunto das manifestações humanas de caráter intelectual, ligadas, portanto ao estudo, ao conhecimento, à criação e à reflexão sobre as idéias.
Chamemos didaticamente de cultura lato sensu o primeiro desses conceitos e de cultura stricto sensu o segundo. Assim, se é verdade que há inúmeras definições antropológicas de cultura em seu sentido mais amplo, não é menos verdade que há também um grande número de definições de cultura em seu sentido estrito, definições estas que recobrem áreas semânticas apenas parcialmente coincidentes.
No presente trabalho, pretendemos ensaiar uma primeira tentativa de estabelecer uma distinção rigorosa entre a cultura lato sensu e a cultura stricto sensu, utilizando como ferramenta para nossa análise os conhecimentos fornecidos pela sociossemiótica e pela semiótica da cultura, e aprofundando-nos, sobretudo, nos aspectos semióticos da cultura stricto sensu. Para tanto, o primeiro passo é definir claramente nosso objeto de análise.

[...] Em outras palavras, o prazer dos alunos não é condição necessária nem tampouco suficiente da prática pedagógica. Já nas atividades culturais o prazer é um fim em si próprio. Se vamos ao teatro ou ao cinema, por exemplo, é puramente em busca de diversão e de emoção; mesmo que esses espetáculos também possam desempenhar um papel informativo ou educativo, sua principal função é divertir, isto é, proporcionar prazer Classificação semiótica das práticas SOCIAIS 4.1 Atividades pragmáticas e atividades hedônicas Para Mukarovsky, o que diferencia basicamente o texto literário de qualquer outro texto é o que ele chamou de função estética. [...]


[...] Mas há também os que entendam cultura como sendo o domínio das atividades intelectuais, especialmente aquelas que lidam com idéias através da palavra. Nesse sentido, são considerados profissionais da cultura os intelectuais em geral (literatos, poetas, escritores, dramaturgos, críticos literários, filólogos, historiadores, pensadores, filósofos, jornalistas, professores, etc). Segundo essa visão, a cultura corresponderia às áreas do conhecimento tradicionalmente designadas pelo nome de Humanidades. Sob essa rubrica entendem-se as chamadas ciências humanas, ou ciências sociais, as letras e as artes. Em certos contextos, vemos a palavra "cultura" associada a outros termos, aos quais parece opor-se, como no caso da expressão "ciência e cultura", por exemplo. [...]


[...] Assim, as modalidades virtualizantes são aquelas que se encontram na origem da ação: representam as causas da ação. Isso significa que alguém somente faz alguma coisa se tiver uma razão para fazê-lo, se quiser ou tiver de fazê-lo. Desse modo, todo ato decorre de uma vontade ou de uma necessidade, seja esta auto- imposta pelo sujeito da ação ou imposta a ele por outros sujeitos (obrigação). As modalidades atualizantes representam os meios para se praticar uma ação. Deste modo, para fazer algo, o sujeito precisa ter uma competência intrínseca (capacidade física, capacidade intelectual, permissão social). [...]

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CNBB, Ética: Pessoa e sociedade, São Paulo, Paulinas, 1993

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