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A identidade no contexto da filosofia moderna

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Marta O.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
11 páginas
Nível
Especializado
Consultado
41 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Alguns dos pensamentos filosóficos dos séculos XVII a XIX
  3. Polêmica de Leibniz com Locke sobre o entendimento humano
  4. O espírito que é real

É a partir da reflexão sobre a filosofia idealista dos sécs. XVII, XVIII e primeira metade do séc. XIX que se procura, neste trabalho, apreender as aproximações conceituais à categoria identidade. Contudo, não se deve esquecer que, desde o séc. VI e mais precisamente no séc. V a. C, quando do surgimento dos primeiros filósofos com a Escola Pré-Socrática e Socrática, já se constatava a preocupação dos pensadores da época em refletir sobre o Ser - o ser Natureza.
Nesse momento da história da Filosofia, emergem as preocupações relativas ao movimento em que Heráclito, expoente dessa escola na sua manifestação "jônica", percebe o movimento dentro de uma perspectiva material e Parmênides, membro da Escola Pré-Socrática Eleática, percebe-o como manifestação do Divino.
Dentro desse contexto, a identidade é metafísica e o idealismo constitui-se na forma sobre excelente de manutenção do equilíbrio que se efetua no âmbito externo das estruturas.
Ao longo dos tempos, a filosofia antiga fez adeptos, encontrando-se os seus fundamentos, por alguns instantes, subjacentes ou explícitos no pensamento de muitos filósofos, intelectuais e até nas práticas sociais.
É como se a história tivesse um percurso linear desde o séc. V. a.C. até o século atual e o movimento do pensamento se desse em círculo.
Considerando a duração e a complexidade do percurso, ao se determinar o objeto deste estudo, resolveu-se delimitá-lo ao período que vai do séc. XVII à primeira metade do séc. XIX, destacando-se daí os pensadores que mais influenciaram e contribuíram para o saber contemporâneo de cunho idealista. Assim sendo, o trabalho se desenvolve numa ordem cronológica que prioriza as contribuições de Gottried Wilhelm Leibniz e de Georg Wilhelm Friedric Hegel. Procurou identificar, por meio das suas explicações filosóficas, fundamentos e conceitos que se aproximam da categoria identidade.

[...] Nessa superação, muitas vezes dramática, percebe-se como ponto constante da filosofia hegeliana o movimento dialético da vida, no qual o homem na sua qualidade de ser finito aceita o seu dilaceramento como parte da felicidade que será encontrada ao atingir o infinito. Essa trajetória é de caráter reconciliatório entre o homem e o espírito, considerando que: espírito finito é o espírito infinito reconciliado: o homem tomando consciência de sua divindade e o divino tomando no homem consciência de si mesmo" (Garaudy p. [...]


[...] Práxis desenvolvida por um ser constituído de uma essência (inata), em que se encontra a verdade e se origina o pensamento da singularidade, e de um predicado que faz com que cada homem se diferencie de outro homem. Embora havendo um salto qualitativo em relação a Platão, quando supera a "lógica binária", Aristóteles não consegue se desvincular do plano metafísico. Basta ver que a consciência em seu pensamento ainda não tem materialidade, pois, como em Platão, a efetivação é exterior? ao homem. [...]


[...] A sua filosofia é marcadamente metafísica, com traços de misticismo, este adquirido ainda no seu período da juventude. Percebe-se, em suas obras, influências da filosofia clássica, sobretudo as relacionadas com a de Platão no que concerne à idéia de equilíbrio e à justificativa sobre divisão social. No decorrer de suas reflexões, esse pensador atribui importância infinita ao Todo, apesar de reconhecer no mesmo certa simplicidade. Segundo o seu modo de ver, essa simplicidade é apenas aparente, tendo em vista que o Todo constitui a unidade representativa do Espírito Absoluto, fonte e manifestação única da verdade e do real. [...]

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