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A razão em Max Weber

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Marta O.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
9 páginas
Nível
Especializado
Consultado
68 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. A formação do pensamento em Max Weber
  3. Weber e a razão instrumental

Ao percorrermos a trajetória da razão na história dos homens, vemos que a ela se vincula a discussão da liberdade ou do processo de liberação do homem, resultante do seu domínio sobre a natureza e de suas conquistas ulteriores nos âmbitos da ciência e da técnica. Do mesmo modo, vemos a história incorporada ao conteúdo da razão como resultado do fazer dos homens, que, em busca de respostas ao seu tempo, constroem a história e se constroem no processo histórico.
Pela via da razão foi possível ao homem liberar-se das concepções religiosas fundadas na Razão Divina, inaugurando uma nova maneira de conceber o mundo. Essa mesma Razão revela ao homem seu horizonte e limites e se mostra capaz de desvelar os processos que constituem e são constituídos e constitutivos da estrutura social, iluminando as condições e possibilidades de liberação do homem.
A razão concebida como oposição à ignorância do homem sobre sua história constitui objeto de diferentes abordagens no interior da filosofia ocidental e conquista diversos atributos. De prática a instrumental, a história da razão se identifica com a própria história do homem.
Na modernidade, razão e liberdade encontram seu campo de luta e tensão. Sustentada pelo projeto social do Iluminismo, essa era põe-e-repõe determinações que conduzem ao questionamento tanto das possibilidades da razão, quanto às de liberação dos homens.

[...] ) quebrar a força de tal magia e impregnar uma vida nova com racionalismo somente foi possível em todos os tempos, através das profecias racionais ( . Às profecias cabe o mérito de haver rompido o encanto mágico do mundo, criando o fundamento para a nossa ciência moderna, para a técnica por fim, para o capitalismo (Weber p.176). Weber concebe o desenvolvimento da história estreitamente vinculado ao desenvolvimento das ciências exatas, sobretudo à Física e à Matemática, por possibilitar ao homem o domínio sobre a natureza. [...]


[...] Essas influências, brevemente pontuadas, possibilitam a Max Weber, tal como a todo grande pensador, acumular vasta gama de conhecimentos, combiná-los entre si, atribuir-lhes diferentes matizes e fundar a mais complexa teoria acerca do fenômeno da burocratização das sociedades Weber e a razão instrumental O caráter sincrético da composição do pensamento weberiano, constituído por influências de diversas matrizes que o tornam legatário direto das idéias de sua época é não apenas o aspecto que o peculiariza, como também o vetor que o movimenta. [...]


[...] Assim como em Kant, a história para Weber é o acontecer na sua irrepetibilidade e singularidade. É uma história interrogada, uma vez que não possui um fundamento ontológico, mas aquele atribuído pelos sujeitos que buscam uma "comunidade humana universal". Entretanto, a história real demonstra-lhe que os homens, na luta por recursos escassos, oscilam entre uma ética da convicção, pautada em princípios gerais incondicionais, e seus interesses particulares, fundados em relações de troca. As relações sociais passam a ser direcionadas para a efetivação de meios, os homens se metamorfoseiam em objetos de outros homens e a dominação se instala na história. [...]

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