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Estoicismo

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
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Informações do trabalho

Andrélison A.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
8 páginas
Nível
avançado
Consultado
13 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Os fundamentos do ensino estóico
  2. A ÉTICA ESTÓICA
  3. Estoicismo e os padres

A filosofia estóica surgiu em Atenas por volta de 300 a.C, e foi até 200 d.C. Seu fundador foi Zenão (333/332 a.C.), originário da ilha de Chipre, que se transferiu para Atenas depois de ter sobrevivido a um naufrágio. Ele reunia seus ouvintes debaixo de um Pórtico.
O substantivo estóico vem da palavra grega para ?pórtico? (stoa). Teve muita influência na cultura romana.
Os estóicos diziam que todas as pessoas eram parte de uma mesma razão universal, ou ?logos?. Eles consideravam cada pessoa um mundo em miniatura, um ?microcosmo?, que era reflexo do ?macrocosmo?. Isto levou à idéia de um direito universal mente válido, o assim chamado direito natural. O direito natural baseia-se na razão atemporal do homem e do universo e, por isso mesmo, não se modifica no tempo e no espaço.
Para os estóicos, as legislações dos diferentes Estados não passavam de imitações imperfeitas de um direito cujas bases estavam na própria natureza. Assim como apagavam as diferenças entre o individuo e o universo, os estóicos também negavam a oposição entre ?espírito? e ?matéria?. Para eles existia apenas uma natureza. Chamamos tal concepção de monismo (em oposição, por exemplo, ao claro dualismo, à bipartição da realidade, de Platão).
Os estóicos eram marcadamente cosmopolitas, o que significava que eram filhos legítimos de sua época. Sendo cosmopolitas, eram mais abertos para a cultura contemporânea do que os filósofos chamados cínicos. Chamavam atenção para a convivência entre as pessoas, interessavam-se por política, e alguns deles chegaram a ser estadistas atuantes, como por exemplo o imperador Marco Aurélio (121 - 180). Graças a esses homens, e, sobretudo ao orador, filósofo e político Cícero (106 - 43 a.C.), a cultura e filosofia gregas conquistaram terreno em Roma.

[...] Sendo que no estoicismo o prazer não é algo original, mas apenas concomitante, por isso não é possível apoiar-se sobre ele para avaliar o que é bom e o que é mal. Portanto, primeiro e original, é o instinto de conservação e a tendência ao incremento do ser, assim o princípio de avaliação é: é o que conserva e incrementa o ser; é ao contrário, o que danifica e diminui. Ou seja, os estóicos consideram verdadeiros e autênticos bens exclusivamente os que incrementam o lógos, e verdadeiros e autênticos males exclusivamente os que se opõem a physis racional. [...]


[...] Os principais representantes: O estoicismo antigo (Zenão, Cleante de Axo e Crisipo de Soles); o estoicismo médio (Panécio, Posidônio) e o estoicismo tardio ou posterior (Sêneca a.C. 65 d.C.), Epicteto, Marco Aurélio). O estoicismo compartilhou com as escolas contemporâneas, epicurismo e ceticismo, a afirmação do primado do problema moral sobre os problemas teóricos e o conceito de filosofia como vida contemplativa; acima das ocupações, dos cuidados e das emoções da vida comum. Este é o sábio, que vive conforme a natureza, domina os afetos, suporta serenamente os sofrimentos e se contenta com a virtude como fonte única de felicidade. [...]


[...] Em certos casos, o estoicismo admite o suicídio. Sofrimentos muito grandes, doenças incuráveis, etc. O cosmopolitismo, isto é, a doutrina de que o homem é cidadão não de um país, mas do mundo. A exaltação da figura do sábio e o seu isolamento dos outros, com a distinção entre loucos e sábios. A doutrina estóica foi, ao lado da aristotélica, a que exerceu maior influência na história do pensamento ocidental. Muitos dos fundamentos enunciados constituem ainda partes integrantes da doutrinas modernas e contemporâneas. [...]

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CNBB, Ética: Pessoa e sociedade, São Paulo, Paulinas, 1993

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