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O ensino de filosofia nas escolas

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Marta O.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
8 páginas
Nível
Especializado
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Uma retrospectiva
  3. O sentido do ensino da filosofia
  4. Educação para o pensar x Trabalho pedagógico

Recentemente a Filosofia tem sido ? de forma ainda lenta ? reintroduzida nos currículos escolares. A princípio, ela foi introduzida em algumas escolas isoladas das diversas redes de ensino e. depois, tornada obrigatória nas escolas públicas de nível médio em alguns estados e municípios do nosso país. Essa introdução tinha por finalidade atender a uma educação voltada para a formação integral do educando, para o desenvolvimento da sua inteligência, do seu pensamento, da sua consciência e do seu espírito, capacitando-o a viver numa sociedade pluralista em permanente processo de transformação. Esse fato é uma resposta ao questionamento ao tipo de educação que vinha sendo oferecida nas diversas escolas deste país. A Filosofia foi lançada nos currículos escolares como âncora para ajudar nossos alunos a aprender a pensar, a formular hipóteses, construir caminhos e tomar decisões.

[...] Numa tentativa de definir o que seja a filosofia, Kant faz uma distinção entre a origem objetiva e subjetiva do conhecimento, definindo a filosofia como um conhecimento racional, isto é, anterior à experiência concreta, quanto à sua origem objetiva; subjetivamente é um conhecimento histórico, isto é, um conhecimento que pode ser apreendido de maneira apenas informativa, sem esforço maior de entendimento do sentido. Explicitando seu pensamento, Kant distingue ainda dois conceitos de filosofia: o conceito amplo e o conceito escolar. [...]


[...] Temos esperança de que, preocupados com o desenvolvimento intelectual dos educandos, sejam eles crianças, jovens ou adultos, os educadores, aos poucos, percebam que a Filosofia direcionada para uma ?educação para o pensar? inserida na formação dos mesmos, produz resultados satisfatórios. Outro item a considerar é a necessidade de mudanças, de renovação; que os educadores percebam ser preciso orientar mais na busca das necessidades intelectuais do que transmitir conteúdos, que despertem para o sentido de formar uma geração mais atenta, crítica e apta a discutir, escolher e decidir por si mesma. [...]


[...] O retorno da filosofia às salas de aula fez parte do processo de redemocratização do Brasil, no qual se colocava a urgência de uma educação em que se desenvolvesse a consciência crítica, a reflexão e o exercício da cidadania. Mas, se voltam as "humanidades", voltam suas questões, tais como foram deixadas há tantas décadas. Ou seja: qual o caráter dessas disciplinas? Qual o seu lugar na escola? Para que Filosofia? O que se questionava no ensino tradicional era o modo mecânico, reprodutivo, que enfatizava muito mais o caráter repetitivo dessas disciplinas do que seu potencial crítico e mobilizador. [...]

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