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A necessidade de utilização da ética nas relações sociais

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
Fumesc

Informações do trabalho

Fabio P.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
14 páginas
Nível
Para todos
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. INTRODUÇÃO
  2. O FOCO DAS QUESTÕES
  3. ÉTICA NA POLÍTICA
  4. ÉTICA NOS NEGÓCIOS
  5. ÉTICA MÉDICA E BIOÉTICA
  6. ÉTICA NA MÍDIA
  7. ÉTICA E CIÊNCIA
  8. ÉTICA E NATUREZA
  9. CONCLUSÃO
  10. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

A busca de um alinhamento ético, de mais reflexões éticas, e principalmente da participação da ética nas atividades e decisões, tem sido crescentemente assinalada em quatro campos: na política, nos negócios, na medicina (e na bioética) e na mídia.
Vamos examinar com algum detalhe a variedade de problemas que caracteriza cada um desses campos, mas não sem, antes, indicar o que constitui o seu foco principal e as expectativas que costumam acompanhar aqueles que buscam trazer a ética a eles.
Há uma interação entre a ética e cada um desses campos que sempre pode prestar - se a equívocos.
Aqueles que atuam nas áreas mencionadas, política, negócios, medicina e mídia estão ás voltas com as pressões dos problemas diários e têm expectativas divergentes em relação ao que a ética pode lhes trazer. Alguns consideram a contribuição da filosofia por demais abstrata e geral, além de especulativa e distante do que se passa no dia - a - dia. Outros esperam que a contribuição filosófica venha a trazer a solução esperada e que seja pedido do profissional da área específica.
A filosofia na forma da ética, trata-se de iniciar uma interação que ao longo dos séculos quase sempre esteve ausente. O filósofo pode Ter, no passado, se aproximado do político, não para lhe ajudar a resolver dilemas éticos na verdade, sempre pareceu estar longe disto, mas para auxiliá-lo, com seus esquemas, e reorganizar a sociedade e a justificar suas ações. Não se tratava de limitar a ação política, mas de participar do poder. Das questões médicas, a distância quase sempre se mostrou absoluta embora também nos seus primórdios a filosofia tenha andado próxima da medicina. Mas principalmente na nossa era, nada pareceu mais distante do que o espaço do filósofo (das palavras, do papel e da tinta) em relação ao médico (do sangue, dos ossos e das vísceras). Quanto aos negócios e à mídia, o filósofo desejava, em geral, distância.
A ciência, ao desenvolver - se, realiza-se praticamente nos laboratórios, onde passa o teste de suas teorias são construídos equipamentos, que as incorporam. Estes equipamentos, exatamente capazes de produzir os efeitos que a teoria prevê, já são, de uma forma ou de outra, protótipos de objetos tecnológicos que não muito mais tarde estarão funcionando nas fábricas, nas operações militares e nos lares.
Esse processo, que é a integração do capitalismo tornado planetário com o desenvolvimento científico - tecnológico, gera, de uma parte, capitais volumosos e, de outra, coloca nas mãos de empresas, de políticos, dos que cuidam da saúde humana e da mídia poderes jamais vistos anteriormente.

[...] Todavia, é certo que, tendo o clima geral tendido na direção do fortalecimento dos padrões éticos, houve realmente da parte das empresas e de seus membros algum tipo de movimento visando a não colocar os ganhos e lucros acima de qualquer outro valor. È importante observar que, ao lado das forças que direcionam as empresas para uma conduta mais ética, outras mais antigas, como as da defesa do consumidor e da proteção ecológica, andaram na mesma direção. Pode-se dizer até que o movimento em prol da intensificação da ética nos negócios seja uma resultante parcial do movimento de defesa dos direitos dos consumidores e do movimento ecológico. [...]


[...] Verifica-se que há necessidade de limites, normas, que não se trata unicamente de uma questão legal, mas para que estas leis sejam formuladas e postas em vigor, determinados comportamentos devem ser esperados dos políticos, determinados padrões devem ser esperados do desempenho das empresas e determinadas concepções a respeito da vida e do poder dos médicos devem estar incorporadas nas diretivas das ações de saúde. E a mídia também deve Ter determinados padrões de conduta. Essas questões básicas ou primeira s são éticas. [...]


[...] O terceiro diz respeito á invenção de novos seres vivos, a partir da engenharia genética, o que ocorrendo no seio das transações e dos investimentos do sistema capitalista, conclui-se na demanda do patenteamento. A justificativa é que, sem esse patenteamento, não há incentivo para se realizem os investimentos necessários. O quarto problema ético refere-se ao aumento das facilidades de transplantes de órgãos e a todo o sistema comercial que acabou por se instalar em termos de sua obtenção, especialmente em países menos desenvolvidos. [...]

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