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As concepções de Wallon

Informações sobre o autor

Professora de Educação Infantil
Nível
Especializado
Estudo seguido
Pedagogia -...

Informações do trabalho

Tâmara S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
5 páginas
Nível
Especializado
Consultado
362 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Wallon e sua visão
  3. Mecanismo de desenvolvimento
  4. Conclusão
  5. Bibliografia

Para Wallon, a primeira condição a construção do ?eu? psíquico é a condição do ?eu? orgânico. O psiquismo humano constituiu-se da integração da realidade de ordem genética e de realidade de ordem social. Portanto a criança waloniana é um ser social desde o nascimento, ou mesmo anterior a ele.
Centraliza seus estudos na ótica da complementaridade do biólogo e do social, nos quais trabalhou a questão da reciprocidade entre o ser vivo e o seu meio. Para ele o processo de construção da pessoa se dá pela interação e pela contradição.
Ao interagir com o outro, a criança irá conviver com muitos conflitos que certamente contribuirão para o desenvolvimento de sua personalidade.
Wallon não se preocupa somente com a sociabilidade como processo necessário para o desenvolvimento humano, atribui, ainda, importância fundamental a emoção como instrumento de sobrevivência da pessoa humana.

[...] CONCLUSÃO Wallon utiliza o termo REPRESENTAÇÃO para nomear de modo amplo toda a imagem mental, mas também, para identificar o desenho infantil nas fases em que já é evidenciada uma síntese gráfica. Esclarece: representação é uma fórmula estática, bem delimitada, que parece bastar- se mais ou menos a si própria no momento em que é pensada. ( . ) . é a fórmula terminal em que se inseriram e delimitaram os aspectos do objeto." Quando se refere à representação no desenho, Wallon, estabelece uma diferenciação entre o que denomina "transcrição gráfica", o desenho infantil das fases iniciais, e "representação", o desenho de fases posteriores. [...]


[...] As atividades surgem livres, exercendo-se pelo prazer de fazê-las, mas tendem ao aperfeiçoamento, tornando-as aptas a entrarem em cadeias mais complexas. Para a criança de um ano o ato de andar é uma atividade-fim, que se exerce por si mesma, diferente do adulto que anda para algo. Este ato de andar, parar, cair, levantar, normal de uma criança desta idade, é uma atividade lúdica, criando a sua própria ludicidade sobre esta ação. Podemos dizer que toda a atividade motora é lúdica, pois a própria incontinência motora infantil transmite para nós adultos, uma certa alegria, bastando observar os gestos que as crianças fazem quando estão comendo, sendo gestos de expressão emocional: alegria, tristeza, excitação, etc. [...]

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CNBB, Ética: Pessoa e sociedade, São Paulo, Paulinas, 1993

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