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Conceitos entre ética e moral em Hegel

Informações sobre o autor

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Nível
Especializado
Estudo seguido
pós-graduaç...

Informações do trabalho

Monalisa d.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
5 páginas
Nível
Especializado
Consultado
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Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. ética e moral em Hegel

O objetivo do presente trabalho é estabelecer a definição de conceitos entre ética e moral em Hegel, com também analisar a fundamentação de sua tese, o método hegeliano e o seu objeto de análise, e por fim a moral e a ética em sua fundamentação dialética.
O ético para Hegel é tudo o que constitui o ethos de um povo. O costume ou a moral normativa de um povo é aquilo que o constitui, são seus elementos universais, é o opressor da verdade do espírito no mundo, a identidade de sua validade.
A verdade do ethos é o estado que representa o coletivo.
A verdade do estado é o tribunal da História, que na suprassunção dialética aparece como fim no absoluto.
A ética em Hegel pressupõe conteúdo e forma. Este conteúdo é moral e a forma é ética. No dialético Hegeliana, o todo não é só a soma das partes.
As partes são partes de um todo fundamentado.
A ética Hegeliana pressupõe um homem livre, que haja de acordo com o todo. A pólis é a efetivação do indivíduo expressada no ethos de um povo. O homem só se realiza na pólis.
Portanto, a distinção em Hegel sobre ética e moral é, em última instância, suprassumida pelo absoluto. O absoluto que suprassume a forma (ética) versus o conteúdo (moral) é a síntese do sujeito incluso no predicado, a suprassunção dos momentos eidético e tético.
A distinção entre o livre arbítrio e a liberdade tem o eu fundamento na estrutura lógica - dialética da própria razão. Para Hegel o verdadeiro é o todo determinado. Este todo pressupõe a liberdade do indivíduo enquanto fundamentalmente realizável na pólis.
A moralidade expõe o sujeito necessariamente à uma identidade entre a vontade individual e universal (dialética da subjetividade da identidade).
Na eticidade a liberdade não está na vontade individual, está no todo coletivo.
Na eticidade a autoconsciência se efetiva, a liberdade expõe sua verdade. O dever não está mais posto de forma subjetiva formal, mas se objetivou.
Chegamos à conclusão de que o dever é livre e auto constituído pelo sujeito coletivo auto realizável, onde o ético aparece de forma efetiva no universal
concreto, onde a verdade de uma vontade livre particular e efetiva que sai de si para superar a contradição dos arbitrários particulares e alcançar a verdade da liberdade como ideal.
O esquema conceitual que sustenta o projeto de Hegel é a dialética. Aí a razão deixa de ter uma função subjetiva unificada da multiplicidade dada em conceitos, para converter-se em substâncias - sujeito, realidade auto-suficiente. É a razão que dialeticamente se expõe e não só o pensamento dos particulares.
Pelo estado, o homem em si e por si se reconhece livre e a sua liberdade é reconhecida, ele (sujeito) se reconhece nas leis ideais do estado em sua substancialidade objetiva.

[...] O ético em Hegel possa a ser em método a realização dos momentos eidéticos e tético da contradição das partes suprassumidas pelo verdadeiro, em síntese absoluta onde o bem, a liberdade e a vontade se expõe de forma objetiva no universal concreto. O objeto da filosofia de Hegel é a idéia, ou o absoluto ideal. O objeto e o método não podem ser separados, por razão dialética de exposição óbvia. O objeto da filosofia só pode ser captado racionalmente, pelas idéias, e tratar da verdade do todo é tratar da idéia e mostrar os momentos logicamente necessários pelos quais o todo se efetiva. [...]


[...] Então a vontade subjetiva sabe que o ético é em e por si o substancial, o verdadeiro. A moralidade é a instância onde a própria autoconsciência ainda não passou pelo processo de mediação (família, comparações, estado) dos momentos dialéticos colocados na forma de superação individual, quando o indivíduo se separa da família e visa no coletivo a sua auto-afirmação, que o princípio subjetiva, se objetiva na forma substancial, da conservação do indivíduo pelas comparações e a sua elevação ideal objetiva quando o indivíduo se reconhece na lei universalizaste do estado. [...]

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CNBB, Ética: Pessoa e sociedade, São Paulo, Paulinas, 1993

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