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Filosofia da natureza

Informações sobre o autor

escola estadual fazenda ingaíba - escola estadual coronel...
Nível
Especializado
Estudo seguido
pós-graduaç...

Informações do trabalho

Monalisa d.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
8 páginas
Nível
Especializado
Consultado
0 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Filosofia da natureza

O presente trabalho busca descobrir em Shopenhauer algumas nuances de sua obra. A natureza está implícita em toda a sua obra e nunca dita de modo explícito em sua moral, a natureza da vontade, da representação, o problema da linguagem e do mito metafísico. Em todos estes detalhes, a natureza esta presente.
Por isso, tentarei ser mais sistemática na apresentação formal e dialética no conteúdo apresentado, tendo o objetivo de suscitar luzes e sombras sobre algumas questões intrínsecas a natureza humana.
Existem duas naturezas ? ? , uma natureza positiva, que impede a liberdade, natureza esta ??, é a natureza da vontade, e existe uma natureza negativa, humana, livre, que é a natureza negativa da vontade, representação da consciência humana, benigna.
A primeira é geradora de sofrimentos, momentos, envelhecimento e morte, é a engrenagem metafísica do mundo da representação, a segunda têm sua natureza primeira negada em uma doutrina de reconhecimento humano dessa natureza ??em uma ética, doutrina positiva do mundo.
A natureza positiva em shopenhauer é o mecanismo malévolo do mundo. Entende-se aqui a natureza enquanto vontade. Vontade e natureza em Shopenhauer é o mesmo.. Apenas para uma diferenciação mais conceitual, natureza é aquilo gerado pela vontade, a vontade é em si mesma natural, que gera no comportamento do mundo enquanto engrenagem ( utiliza aqui a visão cartesiana mecanicista ) o sofrimento e misérias.
A natureza da vontade além de seu status maligno ? ontológico, têm em particular a manifestação visível. E se manifesta ( essa é sua natureza ) na forma de representações com um único objetivo: - satisfazer-se de modo caótico para nada, em outras palavras, não há objetivo plausível para a vontade a não ser seu caos emocional.
Falar em natureza em Schopenhauer, é abarcar seus conceitos éticos ? morais, a liberdade, o mundo da vontade, etc. suas bases ontológicas nos leva ao problema da linguagem, do mito e do metafísico.
Abordar a natureza em uma só concepção é também restringir sua riqueza hermenêutica, sua história etmológica, colhendo então dentro do trabalho exposto, zenes considerações além de Schopenhauer, já que no mesmo não há algo rigorosamente específico a respeito, mas a natureza está expressa em toda a sua obra, a tentativa aqui foi a de sistematizar algumas partes de seu todo.

[...] À vontade por sua natureza magnânima ética maligna, não depende das representações para ser, não se submete às leis da razão, por isso é cega em si mesma aos olhos da razão mas vemos as representações desta vontade em si, nunca veremos a vontade imediatamente como se representa, apenas . e de forma alegórica representativa pela razão que percebe. A natureza da vontade pode ser vista enquanto manifestação do mundo como representação milhares de alegorias: distorcidas em parte por sua própria essência: O caráter das coisas deste mundo humano, não é tanto, como se afirma com freqüência, imperfeição, como distorção no que se refere ao moral, ao intelectual, ao físico, a tudo? ( Parenga e paroliponema a.) A natureza da vontade em caráter representativo, sempre é opaco, pois não representa a intenção do que é, apenas a distorção burlesca do fenômeno d realidade acusa a manifestação da vontade em seu aspecto grotesco, por exemplo; urubus comendo carniça. [...]


[...] A natureza da representação é tal qual o cavalo de Tróia. Escultura ímpar, tinha oculta entre as entranhas a perversidade de uma vontade contrária ao que à representação efetivamente, representava - A NATUREZA METAFÍSICA ENQUANTO FENÔMENO MÁGICO A representação ontológica sempre se reporta a uma transcendência ao nível conceitual de ordem universal. Nos conceitos cabalístas, ontológicos, alquimistas, o princípio básico entre a ordem natural e a ordem humana, é a de correspondência entre ambas. Correspondência entre o homem e o meio ambiente. [...]

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