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“Só sei que nada sei” (Sócrates)

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
São joão...

Informações do trabalho

Nilcea S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
7 páginas
Nível
Para todos
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. A vida
  2. Método de Sócrates
  3. Doutrinas filosóficas
  4. Escolas socráticas menores
  5. Morte

Sócrates nada escreveu. Tudo o que sabemos de suas idéias se baseia nas informações de dois discípulos e entusiasmados admiradores, Platão e Xenofonte, e pela caricatura de Aristófanes.
Proclamado "o mais sábio dos homens" pelo Oráculo de Delfos (Pl.Ap. 21a), apresentava-se no entanto como um mero ignorante em busca da verdade: "só sei que nada sei", dizia. Ele acreditava que a virtude e os mais altos valores éticos estavam profundamente arraigados no inconsciente das pessoas e comparava seu trabalho de "extrair" as idéias ao de uma parteira (maiêutica socrática). Para que seus interlocutores recuperassem o conhecimento "adormecido" e abandonassem as idéias falsas, recorria à ironia: alegando nada saber, conduzia habilmente o interlocutor até que ele mesmo, refletindo, chegasse à conclusão correta.

[...] A este processo pedagógico, em memória da profissão materna, denominava ele maiêutica ou engenhosa obstetrícia do espírito, que facilitava a parturição das idéias. Doutrinas Filosóficas A introspecção é o característico da filosofia de Sócrates. E exprime-se no famoso lema conhece-te a ti mesmo - isto é, torna-te consciente de tua ignorância - como sendo o ápice da sabedoria, que é o desejo da ciência mediante a virtude. E alcançava em Sócrates intensidade e profundidade tais, que se concretizava, se personificava na voz interior divina do gênio ou demônio. [...]


[...] Em teodicéia, estabelece a existência de Deus: com o argumento teológico, formulando claramente o princípio: tudo o que é adaptado a um fim é efeito de uma inteligência; com o argumento, apenas esboçado, da causa eficiente: se o homem é inteligente, também inteligente deve ser a causa que o produziu; com o argumento moral: a lei natural supõe um ser superior ao homem, um legislador, que a promulgou e sancionou. Deus não só existe, mas é também Providência, governa o mundo com sabedoria e o homem pode propiciá-lo com sacrifícios e orações. [...]

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CNBB, Ética: Pessoa e sociedade, São Paulo, Paulinas, 1993

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