Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
administração
Faculdade
Unisantanna

Informações do trabalho

Data de Publicação
27/10/2006
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
fichamento
Número de páginas
13 páginas
Nível
Para todos
Consultado
2 vez(es)
Validado por
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“O cidadão de papel” Gilberto dimenstein

  1. Cidadania
  2. Violência
  3. Ética
  4. Mortalidade infantil
  5. Desnutrição
  6. Trabalho e renda
  7. Urbanização e população
  8. Meio ambiente
  9. Educação
  10. Cultura

A violência sempre tem seu lugar reservado nos principais meios de comunicação. Ela não seleciona a vítima nem local e data.
Nas escolas ela vem se destacando. Em São Paulo muitas guangues de adolescentes atacam estudantes, chegando até a matar se necessário, para levar objetos pessoais. Em defesa, alguns estudantes vão armados para a escola, pensando estarem mais seguros. A maioria é a favor da pena de morte, revelando mais um desejo de vingança do que de justiça.
Muitos são os tópicos para a violência crescente, como, o desemprego, falta de escola, inflação, migração, desnutrição, desrespeito sistemático aos direitos humanos. A cidadania brasileira é garantida nos papéis, mas não existe de verdade. É a cidadania de papel.
As conseqüências afetam o presente e o futuro com a pobreza constante, fraco desenvolvimento econômico, altas taxas de crescimento populacional e destruição ambiental.


Andar pelas ruas da cidade e defrontar com meninos de rua tornou-se cena comum do cotidiano, mas na verdade é pura ausência de cidadania. O sintoma mais claro da crise social. Um círculo vicioso, já que os pais são pobres e não conseguem garantir a educação dos filhos. Eles vão continuar pobres, pois não arrumam bons empregos. E logo, seus filhos também não terão condições de progredir.
As principais vítimas são as crianças e os idosos vivendo numa sociedade que não os respeitam. Falta bom senso com a cidadania.
Cidadania é o direito de ter uma idéia e poder expressa-la. O direito de ter direitos é uma conquista da humanidade. Lutou-se pela idéia de que todos os homens merecem a liberdade e de que todos são iguais perante a lei.
Trabalhadores em todo mundo ganharam direitos. As mulheres passaram a poder votar, marco da cidadania.
Em 1948, surgiu a Declaração Universal dos Direitos do Homem, aprovada pela Organização das Nações Unidas (ONU). Com essa declaração, além da liberdade de votar, de não ser perseguido por suas convicções, o homem tinha direito a uma vida digna. É o direito ao bem-estar.
Atualmente, cada vez mais se aprimoram os direitos das crianças. Um menino de rua é a prova da carência de cidadania de todo um país, onde uma imensa quantidade de garantias não saiu do papel da Constituição. No futuro, o menino de rua será visto como hoje são vistos os escravos.

[...] A tendência é que as empresas deixem de empregar um trabalhador que não pensa. Com o avanço tecnológico, exige-se um operário que raciocine, tome decisões e avalie a qualidade do produto. Ele deve saber manejar máquinas cada vez mais complexas. O trabalhador sem instrução é apenas uma conseqüência previsível de uma sociedade em que as desigualdades são muito grandes. A indicação mais fiel da desigualdade social está nos índices de repetência e evasão. Quando a criança deixa a escola, ela vai para as ruas e só pode se transformar em mão-de-obra despreparada. [...]


[...] Na década de 1980, conhecida como a década perdida, o Brasil passou por um período de recessão, quebrando uma longa e contínua história de crescimento econômico. Durante alguns anos do regime militar, o crescimento do PIB atingiu picos jamais vistos. Era a época do milagre econômico, em que não faltava emprego. Na década de 1980, a situação mudou, contaminando também a década de 1990. A taxa de desemprego foi crescente e surgiram os subempregados, brasileiros que vivem da economia informal, sem garantias trabalhistas por não terem registro em carteira. [...]


[...] URBANIZAÇÃO E POPULAÇÃO As cidades cresceram demais porque milhões de famílias vieram do campo em busca de melhores condições de vida. Quando a estagflação da década de 1980 explodiu, algumas cidades estavam inchadas, cheias de favelas e cortiços. Não havia serviço público básicos nas periferias. O Nordeste tem imensas quantidades de terras férteis e vive na miséria devido à seca. Mas o problema não é o clima. São os governos. Com irrigação, mais terras poderiam ser cultivadas, exigindo mais empregados. [...]

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