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A cultura como ferramenta de gestão de pessoas

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
CASTELO BRANCO

Informações do trabalho

Armênio C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
monografia
Número de páginas
77 páginas
Nível
Para todos
Consultado
6 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
    1. Justificativa
    2. Objetivos
  2. Revisão da literatura
    1. Obesidade
    2. Reflexos da globalização sobre os padrões de alimentação
    3. Etiologia e fisiopatologia da obesidade
    4. Métodos diagnósticos e de avaliação da gordura corporal
    5. Classificação da obesidade
    6. Avaliação do paciente obeso
    7. Tratamento e prevenção da obesidade
    8. Objetivos do tratamento da obesidade
    9. Atividade física e exercício
    10. Exercício, esporte e atividade física
    11. Prática de atividade física - indivíduos obesos
    12. Indicações de atividade física no tratamento e prevenção da obesidade
    13. Planejamento
    14. Diretrizes - atividades físicas na prevenção e controle da obesidade
    15. Prescrição de atividades físicas para tratamento e prevenção da obesidade
  3. Metodologia
    1. Sujeitos
    2. Obtenção dos dados
    3. Obtenção dos dados
    4. Tratamento estático
  4. Resultados e discussões

Existe uma infinidade de interpretações e definições que explicam o significado do conceito de cultura. Primeiramente é importante definir claramente que foram criadas inúmeras subdivisões do tema, assim como incontáveis abordagens para o mesmo, que de certa forma se entrelaçam, tais como, a abordagem antropológica, a mecanicista, funcionalista, cultura nacional e outras mais. Contudo, ao invés de formarem um consenso, um monólito, formam um cenário de constantes conflitos e desordem, não corroborando para um trilha de conhecimento cumulativa. Existe muito mais uma luta pelo domínio intelectual do que um compartilhamento de idéias e conceitos.
A administração de organizações complexas requer a necessidade do conhecimento da cultura organizacional e suas características como essencial para o gerenciamento. A estabilidade entre o ambiente externo e o ambiente interno faz com que a organização seja capaz de alcançar seus objetivos. O atingimento e a manutenção desta estabilidade é papel da liderança da organização, através do gerenciamento cultural.
Esta dissertação adota a premissa que o processo de construção da cultura corporativa é um fenômeno puramente funcionalista e mecanicista, muito embora existam fatores subjetivos que transcendem esta capacidade de controlar a maneira de agir e pensar dos colaboradores, tais como, as sub-culturas que se formam dentro do ambiente macro da cultura organizacional e também as relações de compartilhamento de experiências e idéias que existem a nível micro interior entre os próprios colaboradores de uma determinada empresa e a nível macro exterior entre estes mesmos indivíduos e os demais membros da sociedade que eles se relacionem, tais como, família, clubes, entretenimentos, etc.
Assim sendo, este movimento está intimamente ligado com o conceito de gestão organizacional, pois o mesmo age como um instrumento de direcionamento de interesses da empresa.
Desta forma, definimos o problema desta pesquisa como sendo o seguinte questionamento: ?de que maneira alguns aspectos específicos da cultura nacional brasileira interferiram na cultura organizacional e na gestão da GDK Engenharia S/A??
A instrumentalização da subjetividade humana surge como uma ferramenta poderosa atuando diretamente nos indivíduos que compõem uma organização fazendo com que os mesmos ajam e pensem como vetores direcionados convergindo para um mesmo sentido. Sob a tutela das normas, muito mais do que dos valores, os ?colaboradores? são moldados para se encaixar em um determinado padrão que atenda aos interesses maiores da corporação. Esta visão é compartilhada por diversos autores que fazem parte de uma corrente de pensadores denominada por Smircich e Calas, apud Aktouf (1994,P.40) como ?corrente predominante? .
Segundo Aktouf (1994) autores tais como Peters e Waterman, Deal e Kennedy, e de alguma forma, Schein, Pettigrew, Wieck e Allaire comungam de um pensamento que é de certa forma mecanicista, no qual a empresa ?pode ter ou ser uma? cultura. Complementando a idéia sobre o posicionamento comum destes autores, Aktouf (1994, CITAÇOES sempre referenciadas com o número da página, também) sintetiza a essência do recorte destes autores:
Esta cultura pode ser, ou não, eficiente e bem sucedida. Ela é ?diagnosticável?, reconhecível e, desde que se tomem certas precauções metodológicas, pode ser transformada, manipulada e mudada e ate ser inteiramente criada por lideres, campeões, heróis e modelos, que lhe imprimem valores e símbolos.

[...] Para os portugueses, era difícil a execução de trabalhos acurados e metódicos, como por exemplo o praticado nos canaviais (HOLANDA p. 17). Em seu texto, Holanda (1972, p. cita um humanista português chamado Clenardo, que em uma de seus textos retrata o português da seguinte forma: ?para mais, se ha algum povo dado à preguiça ser o português, então não sei aonde ele existe. Essa pouca disposição para o trabalho, ao menos para o trabalho sem a compensação próxima e a indolência característica dos portugueses geram um reflexo negativo nas empresas brasileiras?. [...]


[...] As entrevistas revelaram que a cultura é percebida pelos funcionários como uma variável instrumental capaz de intervir e transformar a realidade. Identificou-se ainda uma visão crítica acerca da cultura brasileira, no que diz respeito às velhas práticas de autoritarismo e coerção e em relação ao ?jeitinho brasileiro?. Temos a clareza nesta dissertação que elementos deixaram de ser percebidos, tanto frente à pesquisa bibliográfica, quanto durante o processo investigativo, pelos limites do próprio pesquisador e outras dificuldades externas. Isso requer novos estudos e aprofundamentos futuros. [...]


[...] Uma das evidencias do que fora acima descrito é expressa na excessiva quantidade de ênfase dada aos estudos que tratam a cultura nas organizações como uma ferramenta de gestão a serviço dos gestores, que de acordo com seus desejos e necessidades podem manipular e moldar a cultura da empresa em favor dos interesses da corporação, em detrimento da subjetividade dos indivíduos. Uma vez tendo estabelecido um instrumento de controle desta variável, ficaria mais fácil se obter o consenso dos atores organizacionais. [...]

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CNBB, Ética: Pessoa e sociedade, São Paulo, Paulinas, 1993

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