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A concordância variável do infinito na escrita

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
comunicação
Faculdade
Unicenp

Informações do trabalho

Thiago André R.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
85 páginas
Nível
avançado
Consultado
127 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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0
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  1. Introdução
  2. Pontos de partida
    1. A perspectiva tradicional quanto ao uso do infinitivo pessoal /impessoal
    2. A perspectiva dos Manuais de Redação quanto ao uso do infinitivo pessoal / impessoal
    3. A perspectiva de Mira Mateus et alii quanto ao uso do infinitivo pessoal /impessoal
    4. A perspectiva de Ladeira sobre o uso variável do infinitivo
  3. Pressupostos teóricos e metodológicos
    1. O quadro teórico
    2. Hipóteses
    3. A metodologia da pesquisa
    4. Posição da oração adverbial
    5. Tipo de verbo
    6. Estrutura do sujeito da oração infinitiva complemento de causativo/ perceptivo
  4. Análise dos dados
    1. Distribuição geral das variantes
    2. Os grupos de fatores
    3. Os resultados dos verbos causativos e perceptivos
    4. Fator extralingüístico: gênero textual

Este trabalho busca, com base em dados extraídos do jornal O Globo e do Jornal do Brasil, no período que compreende 2002 e 2005, analisar a variação no uso do infinitivo flexionado e não flexionado, nos contextos em que são controlados por um SN plural da oração principal ou em orações completivas dos verbos chamados causativos e perceptivos. Optou-se por analisar esses jornais por acreditar que apresentam a língua considerada padrão.
Despertou-nos a atenção o fato de a concordância do infinitivo apresentar-se nas gramáticas como um fenômeno variável em estruturas cujo sujeito é correferente com um termo da oração principal. Para muitos gramáticos, a escolha entre o infinitivo flexionado ou do não flexionado pertenceria mais ao campo da estilística do que da gramática.
O objetivo do trabalho é, pois, observar, através de uma análise quantitativa,

se há fatores sintáticos, semânticos e/ou extralingüísticos que condicionam o emprego das formas infinitivas, ou se tal variação seria guiada por questões estilísticas.
As hipóteses que orientam o trabalho são: (a) a variação não é aleatória, mas condicionada por fatores que favorecem ou inibem a flexão; (b) o infinitivo pessoal / flexionado, graças ao uso freqüente de concordância verbal (cf. Naro e Scherre 2003) e a preferência pelo sujeito pronominal expresso no português do Brasil (cf. Duarte 1993, 1995, 2003) devem ser expressos na escrita padrão; (c) a maior distância entre o infinitivo e o SN que comanda a concordância deve favorecer o uso de marcas flexionais (cf. Mollica 2003).

[...] Globo .04) Em relação a esse tipo de controlador, como poderemos observar no capítulo seguinte, só foram encontrados dois dados no nosso corpus com o infinitivo não flexionado, por isso houve Knockout (ocorrência dos extremos percentuais: ou 100% na realização do fator estudado) com esse controlador. Em ocorre uma oração com verbo no infinitivo não flexionado controlado pelo clítico dativo Grupo Voz verbal Esse grupo de fatores avalia a forma verbal quanto à voz. Esses fatores foram bastante relevantes quando os dados foram submetidos à análise, como veremos no capítulo seguinte. [...]


[...] No capítulo estabelecem-se os pressupostos teóricos e metodológicos: em é apresentado o quadro teórico, enfocando a Teoria de Princípios e Parâmetros e o Parâmetro do sujeito nulo; em são expostas as hipóteses iniciais; em define-se a metodologia adotada na pesquisa, como o corpus utilizado, a variante submetida à análise e os grupos de fatores utilizados. No capítulo faz-se a análise dos resultados. Finalmente, no capítulo apresentam-se as conclusões. Espera-se, com este trabalho, contribuir para uma descrição da escrita padrão atual, uma exigência para que se produza material didático que reflita a norma culta em sua modalidade escrita PONTOS DE PARTIDA A perspectiva tradicional quanto ao uso do infinitivo pessoal / impessoal O infinitivo impessoal é a forma verbal que não apresenta sujeito, porque não se refere a uma pessoa gramatical, como se vê em [_Fumar] é prejudicial. [...]


[...] A forma da terceira pessoa do plural por vezes também se reduz a na fala popular e coloquial, contribuindo também para reduzir ainda mais o número de desinências. Trabalhos recentes vêm apontando correlações entre esta mudança do paradigma e o uso cada vez menor de sujeitos nulos no PB. Destacamos o trabalho diacrônico de Duarte (1993), que analisa peças de teatro populares dos séculos XIX e XX, mostrando que está ocorrendo uma mudança no PB, no sentido de não mais permitir o sujeito nulo. [...]

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