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"O aspecto em português" de Sônia Costa

Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
lingüística
Faculdade
Letras

Informações do trabalho

Luiz Eduardo D.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
pdf
Tipo
estudo
Número de páginas
17 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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0
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  1. Introdução
  2. O aspecto em português
  3. Tipos de entidades de segunda ordem
    1. Acontecimento
    2. Atos (ações)
    3. Processo
    4. Atividade
    5. Estado
  4. A deixis
  5. A categoria liguistica tempo
  6. Tempo e aspecto
  7. Traços caracterizadores do aspecto
    1. Aspecto e modo de ação
    2. Aspecto e tipo de entidades de segunda ordem
    3. Aspecto e número verbal
    4. Aspecto e a noção de iminência e habitualidade do fato

Neste trabalho pretendemos fazer uma análise crítica do livro O Aspecto em Português de Sônia Costa, especificamente do seu primeiro capítulo, a fim de identificar e compreender onde está inserido o Aspecto na língua portuguesa. No nosso caso ficaremos presos mais ao verbo que às outras classes gramaticais. É uma pesquisa de cunho analítico, mas estudaremos o texto pelo texto sem nos utilizarmos de outras obras para formar nossa crítica. Dessa forma fica evidente que seguiremos os passos apresentados pelo livro, inclusive o nome dos nossos (sub-)capítulos serão semelhantes aos do texto. Para melhor identificação quando houver o símbolo (*), significa que o exemplo foi tirado do texto e só apresentaremos a página.

[...] TRAÇOS CARACTERIZADORES DO ASPECTO Sônia diz, baseada em Castilho, Aspecto é a visão objetiva da relação entre o processo e o estado expressos pelo verbo e a idéia de duração e desenvolvimento. É a representação espacial do processo? (p. 21). Mas o Aspecto apesar de tratar sobre o tempo tem algumas restrições segundo Sônia: A não referência à localização no tempo Vejamos, se o importante é a movimentação da ação o tempo é, relativamente, esquecido, não é preciso ser citado para que entendamos, é puramente abstrato. [...]


[...] Em 1 quem fala está se referindo a um passado próximo partindo sempre do NUNC da mesma forma que seria se ele quisesse tratar de entretanto se se quiser citar duas ocorrências passadas na reta, vemos que foram em tempos distintos e para isso usa-se o pretérito mais-que-perfeito, em português, no caso de e o pretérito imperfeito para 1. São eventos passados, mas que podem ser colocados verbalmente em tempos distintos porque temos já embutidos na estrutura da língua uma noção de ?possibilidade? e correção para isso. [...]


[...] O Aspecto está no tempo, porém leva em conta a duração de um fato, que pode durar pouco ou muito, é marcado por INÍCIO, MEIO e FIM. Falei bastante. Quando alguém enuncia a frase acima sabemos que ele esta no (seu) agora, se referindo a uma ação concluída passada. Neste caso o falante está com base na dêixis, é necessário que o ouvinte esteja presente para que possa situar no tempo a fala e o falante. Entretanto no caso de: Fiquei falando durante horas. [...]

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