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Oralidade e escrita - a língua portuguesa de acordo com os PCN’S

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
administração
Faculdade
FACECA/FADIVA

Informações do trabalho

José Antônio P.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
23 páginas
Nível
Para todos
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Oralidade e escrita - A língua portuguesa de acordo com o PCN'S
    1. Diferenças e semelhanças entre as modalidades oral e escrita e o processo de letramento
  3. Oralidade, variações regionais e escrita
    1. A oralidade e a escrita nas escolas
  4. Conclusão
  5. Referências bibliográficas

No mundo moderno e contemporâneo, o tema ?oralidade e escrita? é de interesse de quase todas as ciências sociais, desde as correntes da Filosofia da Linguagem e da Lingüística pós-estruturalista (Pragmática, Análise do Discurso, Psicolingüística, Sociolingüista etc.) até outras ciências sociais, tais como a Antropologia, a Sociologia, a Psicologia e a Psicanálise. Na educação, essa importância recebe uma maior ênfase, devido a freqüentes recomendações para que a língua oral esteja presente nos currículos. No entanto, poucas têm sido as possibilidades de engajar discussões realmente fortes para colocar o tema no cotidiano escolar.
Os Parâmetros Curriculares do Ensino Fundamental, tanto o que contempla os primeiros e segundos ciclos (BRASIL, 1997) quanto o dos terceiros e quartos ciclos (Brasil, 1998), captaram parte desse ensejo, e não apenas recomendam o ensino da língua oral, como também sugerem uma perspectiva teórica de abordagem a partir do conceito de ?gêneros do discurso? formulado por Bakhtin (1992).

[...] Porém, os limites, cada vez mais densos - limites impostos à escrita pela gramática normativa e pela formalidade de algumas situações - fazem com que a modalidade oral se aproxime, formalmente, daquela escrita, filtrando marcas que irão modelá-la. Novamente, fala e escrita se influenciam, porém agora é a escrita que irá determinar a fala. A concepção, que pressupõe uma separação polarizada/dicotomizada entre oralidade e escrita, insere-se na filosofia do objetivismo abstrato que separa língua (aspecto social) da fala (aspecto individual) e que desvincula a língua de sua esfera real, tratando apenas de decifrá-la, não considerando a "enunciação" e o contexto da "interação verbal" (BAKHTIN ou seja, o domínio do letramento como prática enunciativo- discursiva. [...]


[...] É necessário valorizar a fala, caso contrário reclamações sobre a incapacidade dos jovens de se comunicar, sobre o abuso de gírias e a falta de vocabulário O professor que trabalha com leitura e escrita deve atender a uma premissa básica: ele tem que ser, antes de mais nada, um bom leitor e deve gostar de produzir escritas. Ele precisa ler textos diferentes, já que lemos para nos distrair, para ampliar o conhecimento, para sentirmos prazer com os textos literários de ficção e poemas. [...]


[...] Por essa razão os programas de alfabetização, principalmente aqueles voltados para adultos, precisam ser elaborados de acordo com as reais necessidades de cada um, e não em função de uma cultura julgada ideal. A escrita tem por objetivo primeiro a leitura, que é uma interpretação da escrita que consiste em traduzir os símbolos escritos em fala. Alguns tipos de escrita se preocupam com a expressão oral e outros simplesmente com a transmissão de significados específicos. que devem ser decifrados por quem é habilitado. [...]

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