Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
UNIFENAS

Informações do trabalho

Data de Publicação
07/08/2007
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
monografia
Número de páginas
29 páginas
Nível
Para todos
Consultado
303 vez(es)
Validado por
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A crônica e o estilo humorístico de Luiz Fernando Veríssimo

  1. A crônica: sua história e singularidas a um gênero
  2. A ironia: sua origem e teoria e a capacidade de combinação
  3. O cronista Luís Fernando Veríssimo

Falar sobre a ironia a sobre a crônica e não mencionar a figura ilustre de Luís Fernando Veríssimo é negar propriamente a Literatura Brasileira. No entanto, esta pesquisa visou não só falar da crônica e da ironia enquanto características da obra de Veríssimo, mas mais ainda, verificar e analisar suas obras, em um tema que visasse apresentar a crônica e o estilo humorístico das obras de Veríssimo. Para isso, como se poderá notar no copo do texto, primeiramente foi feita uma análise sobre a crônica em específico, apresentando sua história e suas singularidades e como pode ser considerado um gênero brasileiro. Logo após, foram expostas análises sobre a ironia, apresentando também suas origens e teoria e a capacidade que ela tem de combinação com a crônica. No último capítulo que engloba o texto foi feita uma análise do escrito em específico, apresentando suas características e a presença da ironia nas crônicas. Dessa maneia, tentou-se explanar um pouco do que se sabe e se conhece sobre o cronista Luís Fernando Veríssimo.

[...] Luís Fernando Veríssimo utiliza não só o humor, mas também a mimese irônica em suas crônicas, que é imitar o estilo ou o ponto de vista de outrem, mas o que se pretende é criticar o que se mimetiza. A intenção do que é dito é fundamental para a expressão da ironia. A presença do ironista é imprescindível, não há ironia sem ironista. Ele percebe dualidades ou múltiplas possibilidades de sentido e explora as situações com enunciados irônicos. Na obra de Veríssimo, é comum verificarmos esse uso particular da ironia em suas personagens, que estão sempre imitando estilos e patrões típicos, como ocorre, por exemplo, em: O analista de Bagé, A velhinha de Taubaté etc. [...]


[...] A internet utiliza as crônicas de incontáveis escritores nas mensagens por e-mail e como apoio para vários sites que precisam de textos curtos, numa linguagem acessível para o leitor, permitindo veicular mensagens, através de blogs, comunidades como o orkut etc. Trata-se, portanto, de textos que não são outra coisa que pequenas crônicas disfarçadas. A televisão, o cinema e o teatro brasileiros também recorrem ao universo cronístico. Programas de TV como Os normais e A grande família, veiculados pela TV Globo, são seleções de cenas sobre o cotidiano da família e sua relação com os problemas do mundo contemporâneo. [...]


[...] CONSIDERAÇÕES FINAIS Nesta dissertação, recorremos aos textos de Luís Fernando Veríssimo por acreditar que ele conseguiu, com seu traço característico, que é a ironia e o humor, conferir à crônica, esse gênero por muitos menosprezados, seu valor literário. Embora seja curta, de fácil e rápida leitura, a crônica exige uma grande habilidade do escritor, Veríssimo, talvez por sua conhecida timidez, considera-se mais jornalista que escritor, mas é tido como um dos grandes nomes da literatura nacional. Para haver ironia, a interação com o receptor é essencial. [...]

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