Search icone
Permuta de Trabalhos Acadêmicos
Garantias
Leia mais sobre as nossas garantias.

Análise e comentários da obra "Dom Casmurro"

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Marta O.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
dissertação
Número de páginas
12 páginas
Nível
Especializado
Consultado
132 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
0 Avaliaçao cliente
0
escrever um comentário
  1. Introdução
  2. O porquê do título e do apelido
  3. A inversão do tempo
  4. A célebre tarde de novembro
  5. A tarde de denúncia e compromissos
  6. Descoberta do amor
  7. Planos de não ir para o seminário
  8. Alguém especial no seminário
  9. Tempo da narrativa
  10. Casamento feliz
  11. A tragédia e as conseqüências
  12. Clímax do ciúme
  13. Desfecho da história
  14. Volta ao tempo

Dom Casmurro (1899) é o mais lido e discutido romance realista de Machado de Assis, havendo em torno dele discussões e mistérios que só o bom texto literário desperta. Por que discussões e mistérios? Vamos responder pelo enredo. Bentinho, personagem principal masculino, narra a sua história com Capitu, sua amiga de infância, primeira namorada e depois sua esposa Capitu tem uma amiga, Sancha. Bentinho vai para o seminário, cumprir uma promessa da mãe, mesmo não tendo vocação e sentindo-se apaixonado por Capitu.
No seminário, ele conhece Escobar e ficam muito amigos. Ambos acabam abandonando o seminário. Bentinho se casa com Capitu e Escobar, com Sancha; e os quatro continuam muito unidos. Capitu fica grávida e nasce Ezequiel, para alegria do casal. Uma tragédia acontece para quebrar a felicidade dos casais: Escobar morre afogado no mar. No velório, Bentinho nota que Capitu sofre mais do que Sancha, embora saiba disfarçar Surgem os ciúmes, as dúvidas sobre o adultério, envolvendo Capitu e Escobar.
Observando o filho, Bentinho vê semelhanças entre ele e o amigo morto. Sofre calado, pensa em matar os dois, e depois, matar-se. Quando não agüenta mais a angústia, fala com a esposa. Capitu ouve a acusação indignada, não nega nem confirma. Vai com o filho para a Europa e Bentinho fica sozinho, amargando a solidão, as dúvidas, os ciúmes e a descrença no ser humano. Capitu morre tempos depois. Ezequiel volta, já moço, com a idéia de fazer uma expedição à Grécia, Egito e Palestina. Bentinho não só o incentiva como o ajuda financeiramente. Fica até aliviado quando sabe que, em plena expedição, Ezequiel morre. A história vai sendo contada em primeira pessoa, por Bentinho já velho, solitário, com a intenção de atar as pontas da vida, isto é, na velhice, reviver a infância, a adolescência e o fracassado casamento. Limitamo-nos aqui a levantar o enredo, pois a obra merecerá uma análise separada e com maior profundidade.
Respondendo à pergunta inicial, as discussões e o mistério acontecem porque não fica esclarecido para o leitor se houve ou não o adultério. Há razões de sobra para condenar e para absolver Capitu, bem como para considerar Bentinho vítima ou apenas um fraco e neurótico, criando o adultério apenas em sua cabeça.

[...] Momento houve em que os olhos de Capitu fitaram o defunto, quais os da viúva, sem o pranto nem palavras desta, mas grandes e abertos, como a vaga do mar lá fora, como se quisesse tragar também o nadador da manhã". E a fúria do mar que matou Escobar estampa-se nos olhos de ressaca de Capitu, fazendo crescer em Bentinho um ciúme forte e a custo controlável. Com o tempo, tudo parece voltar ao normal. "Ezequiel ia crescendo. Começava o ano de 1872". [...]


[...] Mandam para o pai o texto em grego e latim o desenho da sepultura, as contas das despesas e o resto do dinheiro. Pesquisando o resto da citação inscrita, Bentinho nota que está incompleta, falta . ) desde o dia de tua criação". Pergunta-se que mistério seria aquele, mas não se perturba, janta bem aquela noite e vai ao teatro. Volta ao tempo No final encontramos o Bentinho velho e casmurro, como no início do romance. E ele revela que não viveu sozinho, viveu melhor do que pôde. [...]


[...] A Célebre Tarde de Novembro Antecedendo à célebre tarde de novembro, é necessário falar no ano e situá-lo no espaço, a casa da família de Bentinho no Rio de Janeiro, na rua de Matacavalos. É preciso também falar, ligeiramente, das personagens ligadas àquela tarde. A dona da casa é dona Glória, mãe de Bentinho, viúva aos 31 anos e que, no início da narrativa, contava com 42 anos. O marido deixara-lhe terras, escravos e casas. Vendera as terras e alguns escravos, alugara os demais e as casas, comprara apólices e vive de rendas. [...]

Últimos trabalhos literatura

Aspectos da Contradição: Definições e sua Presença em Textos de Ensino Médio

 Psicologia e letras   |  Literatura   |  Estudo   |  18/04/2011   |  BR   |   .doc   |   5 páginas

Ficha de leitura sobre "Capitães de areia" de Jorge Amado

 Psicologia e letras   |  Literatura   |  Fichamento   |  03/01/2010   |  BR   |   .doc   |   6 páginas