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A simbologia em Eros e Psique.

Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
comunicação
Faculdade
Puc- Rio

Informações do trabalho

Julia N.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
8 páginas
Nível
Especializado
Consultado
187 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. A Kore Psiquê
  2. O casamento com a morte
  3. A paixão de Psiqué e a tentação
  4. Os quatro trabalhos

O mito de Eros e Psique é uma história contada no romance O Asno de Ouro, de Lúcio Apuleio, do sec. II d.C. Não é um mito grego em sua forma original, pois ocorre em um local imaginário, com personagens não específicos. É uma história, sem lugares ou pessoas definidos, embora nomeie deuses gregos.
Como no mundo grego não se pensa o homem como um ser que possua subjetividade, esses aspectos do humano são atribuídos à ação de deuses, como se fossemos por eles habitados. No mito de Édipo estes monstros que existiam do lado de for a passaram a ser reconhecidos como aspectos interiores.
No pensamento mítico arcaico, psiché era o fantasma humano depois da morte, o que hoje chamaríamos de último suspiro. Era a parte imaterial da vida que abandona o homem em sua morte.
A partir do sec. V a.C., passou a significar o compromisso amoroso no relacionamento humano, em oposição à promiscuidade de Afrodite, deusa da sexualidade primitiva dos homens e dos animais. Deusa prostituta e, muitas vezes, perversa.
O mito estudado trabalha metaforicamente o desenvolvimento psíquico do feminino. É a história da mudança nos parâmetros de concepção da mulher que, pela primeira vez incorpora aspectos de uma deusa. O objetivo deste trabalho é discorrer sobre o significado simbólicos dos objetos e situações presentes no mito de Eros e Psiquê.

[...] Tendo realizado estes três trabalhos, a esposa de Eros é agora capaz de receber e assimilar o masculino, moldar-lhe, sem desperdiçá-lo. Sem nos três primeiros trabalhos Psiché teve a ajuda do masculino, o último, e mais mortal, consiste em ir encher na casa de Perséfone um jarro com a beleza imortal. Ela tem, neste feito, o auxilio da Torre conselheira que, segundo Brandão, é um símbolo bissexual, por representar ao mesmo tempo cidade, fortaleza, montanha (feminino) e um falo da terra, como uma árvore (masculino). [...]


[...] Não deveria tão pouco aceitar o luxo e a comida oferecidos por Perséfone, pois, como a própria deusa dos mortes sabe, comer, assim como aceitar favores, prende a pessoa ao local. (ela foi presa ao hades eternamente por ter comido um fruto ofertado pelo marido). Esta jornada heróica de Psiché ao mundo dos mortos marca sua saída da esfera matriarcal e sua inserção no mundo psíquico e a individualização do feminino. Psiché com a caixa de Pandora, de Adriaan De Vries (1593) In http://www.scils.rutgers.edu/~mjoseph/CP/AdV2.jpg 6. [...]

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