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Nicolau Maquiavel

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
ciências...
Faculdade
universidad...

Informações do trabalho

Denisosn S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
4 páginas
Nível
Para todos
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  1. Comunidade Política
  2. Da malignidade
  3. A lei
  4. Regeneração do Estado corrompido: o principado
  5. Educação de Conduta

Já são mais de quatro séculos da época em que viveu Nicolau Maquiavel, para nossa contemporaneidade, de lá para cá muitos leram e comentaram sua obra. Há uma considerável quantidade de pessoas que no senso comum evoca seu nome ou termos como maquiavélico e maquiavelismo na forma de adjetivos e substantivos, nos debates políticos eruditos e ou na fala do dia-a-dia. Sendo que seu uso passa do mundo político para o universo das relações privadas sem cerimônias, no entanto os termos estão ligados à idéia de perfídia, procedimento traiçoeiro. Esta idéia estereotipada de Maquiavel não anda só, em contraposição há aqueles que afirmam que ele discorreu sobre a liberdade, exemplo enfático que contraria os interprete ?superficiais? é esta afirmativa de Rousseau: ?Maquiavel, fingindo da lições aos Príncipes, deu grande lições ao povo?.(Do contrato social, livro 3. Cap. IV).
Em O PRÍNCIPE uma de suas obras mais lida e comentada, inclusive livro de cabeceira de muito político. É colocado por uns como a ?legitimação? do absolutismo e por outros ?conselheiro? do povo, mas sem dúvida Maquiavel estava mesmo era preocupado com o Estado, mas não como ele deve ser (como Aristóteles) e sim como ele é de forma real capaz de impor a ordem, para combater a corrupção e a sua degenerescência. ?Quando alguma coisa por si mesma e sem a intervenção da lei funciona bem, a lei não é necessária; mas quando falta esse bom costume, a lei é imediatamente necessária? (1992: Discorsi, I, 3: 82).
Tem o objetivo de frear as paixões dos homens, já que eles não estão dispostos a serem bons, pois sem elas eles abandonam-se aos seus impulsos naturais e conseqüentemente ao exagero, corrompendo-se fácil em troca de algumas poucas vantagens. Sendo assim cabe aos ?legisladores das republicas e reinos impor, um freio aos apetites dos homens, tirando-lhes toda esperança de errar impunemente? (Maquiavel, 1992 ? Discorsi, I, 42: 196). Desta forma compreende que a leis são mecanismos artificiais para coibir e constranger os homens a não corromper o Estado, esta é uma tentativa de interferir na natureza do homem, visando à contenção e redirecionamento de seus atos.

Maquiavel homem que se dedicou inteiramente a política, nesta teve uma grande preocupação com o Estado, para ele não ser corrompido, ou como concertar-lo depois de corrompido. Na compreensão que Maquiavel tinha sobre a problemática da propensão do homem a ser maligno, corromper o Estado, ele é bem enfático ao defender a coação como melhor forma de educação e a monarquia como a melhor forma para regenerar o Estado corrompido, entretanto ele tem a consciência que a monarquia não é à melhor forma de governo, pois ela está propensa a ser tirânica, sendo assim a melhor forma de governo a república porque tem uma maior participação dos cidadãos.

[...] sobre a arte da lã, nem sobre os ganhos, nem sobre as perdas, convém que reflita sobre o Estado; preciso ou me obrigar a ficar quieto ou refletir sobre isso.? Comunidade Política Entre o ideário maquiaveliano e a realidade vivida pela Itália renascentista interpola-se uma distancia gritante, esta que Maquiavel preencher na invenção de uma arte política. Se não solucionou aqueles problemas ali enfrentados, mas nos deixou um grande legado na lógica pela qual se rege o poder. Este projeto político de Maquiavel apontava para a construção de um Estado forte, unificado e voltado para o bem comum. [...]


[...] Maquiavel para inserir a educação, não fala de nada pedagógico. E sim de persuasão e coação, estes dois mecanismos são empregados para alterar a conduta humana, no entanto não tem o objetivo nem pretensão levar educação a consciência dos homens. Deixando explicito que dos dois mecanismos citados a coação é mais eficaz, pois os homens não estão dispostos a serem bons, e agiram perversamente sempre que tiver oportunidade, este será o papel da educação através da coação de frear os homens nas suas paixões. [...]

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