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Uma análise de dois poemas de Manuel Bandeira

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
literatura
Faculdade
Universidad...

Informações do trabalho

Lígia M.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
9 páginas
Nível
Para todos
Consultado
0 vez(es)
Validado por
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  1. Uma análise de dois poemas de Manuel Bandeira

A análise de um poema é algo interessante e curioso. Primeiro porque é o primeiro passo para a crítica literária. E também porque esse destrinchar permite uma melhor interpretação do poema, e uma melhor busca de sentido e assim identificação com o mesmo. Sendo assim, nesse presente trabalho escolhemos Manuel Bandeira, modernista que se tornou bastante importante na nossa literatura, não só através de ?Os sapos?, feito na Semana da Arte Moderna de 1922, mas também por suas inovações posteriores, permitidas pela própria ruptura modernista.
Segundo Hugo Friedrich, a poesia moderna apresenta um estranhamento, uma dissonância, é algo complicado de se atribuir sentido, mas ao mesmo tempo que encanta. Para o autor, a dissonância significa justamente essa ruptura causada por estranhamento mas encanto, pelo inesperado e pelo belo. ER são esses aspectos que mostraremos a seguir. Dividimos cada poema em dói tópicos, e dentre eles, há mais tópicos explicativos sobre aspectos dos poemas, tais como a forma, a sonoridade, as imagens, o léxico, dentre outros.
É certo que uma análise de poemas é algo pessoal, pessoas diferentes fazem análises diferentes. Mas são análises como essas que nos revelam poemas cada vez mais interessantes, que nos captam cada vez mais pelos sentidos.

[...] Bandeira não participa da Semana de Arte Moderna, Mas Ronald de Carvalho lê o poema "Os Sapos", de "Carnaval". Em 1924 publica Poesias, que reúne A Cinza das Horas, Carnaval e um novo livro, O Ritmo Dissoluto. Colabora no "Mês Modernista". em 1926 viaja para Pouso Alto, Minas Gerais, e conhece Carlos Drummond de Andrade. Viaja a Salvador, Recife, Paraíba (atual João Pessoa), Fortaleza, São Luís e Belém. Depois, continua viajando e passa a colaborar no Diário Nacional, de São Paulo, e em A Província, de Recife, dirigido por Gilberto Freyre e na Revista de Antropofagia.1930 marca a publicação de Libertinagem. [...]


[...] Percebe-se portanto, o quanto as palavras constroem a coisa, passando pela vida simples do personagem, pelo que ele fez no bar e pela sua morte Outros aspectos Próprio do modernismo que mistura gêneros, imagens e figuras, o poema está próximo a uma notícia de jornal, pois Bandeira se utiliza da função referencial e linguagem denotativa, próprias do jornalismo, para relatar fatos que aconteceram com João Gostoso. Também utiliza a linguagem direta, ou seja, os três versos longos seguem a sintaxe sujeito+ verbo+ predicado, nessa ordem. [...]


[...] Esse interessante poema só possui dois verbos, varria e ficava, ambos em tempo passado, o que expressa não apenas algo que já foi, ação já acabada, mas principalmente traz um tom nostálgico, próprio da afetividade de Manuel Bandeira. Mas é um passado presentificado e cheio de sensações. Transcende o tempo (crono)lógico ANÁLISE DE POEMA RETIRADO DE UMA NOTÍCIA DE JORNAL Poema tirado de uma noticia de jornal João Gostoso era carregador de feira-livre e morava no morro da Babilônia num barracão sem número Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro Bebeu Cantou Dançou Depois se atirou na Lagoa Rodrigo de Freitas e morreu afogado Aspectos formais O poema é de verso assimétrico, livres e próximos da prosa. [...]

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