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Obras literárias

Informações sobre o autor

autônoma
Nível
Especializado
Estudo seguido
Letras

Informações do trabalho

Montserrat C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
fichamento
Número de páginas
17 páginas
Nível
Especializado
Consultado
235 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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0
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  1. A farsa de Inês Ferreira
    1. Apresentação
    2. Biografia do Autor
    3. Comentário
  2. O menino do engenho
    1. Apresentação
    2. Biografia do autor
    3. Enredo/resumo
    4. Comentário
  3. Iracema
    1. Apresentação
    2. Biografia do autor
    3. Enredo-resumo
    4. Comentário
  4. Dom Casmurro
    1. Apresentação
    2. Biografia do autor
    3. Enredo/resumo
    4. Comentário
  5. Memórias de um sargento de milícias
    1. Apresentação
    2. Biografia do Autor
    3. Enredo/resumo
    4. Comentário
  6. Referências bibliográficas

A Farsa de Inês Pereira veio à luz em 1523, como resposta ao fato de algumas figuras palacianas, enciumadas com o sucesso de Gil Vicente e com sua grande produção literária, ter colocado em dúvida a autoria das peças daquele dramaturgo português. Enfurecido, o autor pediu-lhes um tema, veio este, um ditado popular àquela época: "Mais quero um asno que me leve, que cavalo que me derrube?.
Imediatamente, Gil Vicente escreveu a farsa: foi escrita usando espanhol e português, característica muito comum ao teatrólogo português, já que era época que as cortes eram muito próximas e falava-se sempre uma linguagem que era mistura das duas línguas. A peça é, portanto, bilíngüe.
A Farsa de Inês Pereira é uma comédia de costumes, retrato de comportamentos pouco recomendáveis de Inês Pereira; o que há de interessante nela é que o psicologismo da protagonista é capturado facilmente, mostrando os deslizes morais, os vícios humanos: a ambição, o adultério, a superficialidade.

[...] Obras principais: Americanas (1875), poesia; Memórias póstumas de Brás Cubas (1881), Quincas Borba (1891), Dom Casmurro (1899), Esaú e Jacó (1904), Memorial de Aires (1908), romance; Papéis avulsos (1882), Histórias sem data (1884), Várias histórias (1896), contos. Membro fundador da A.B.L., da qual foi o primeiro presidente. Enredo/resumo O livro começa com a apresentação do narrador que também é o protagonista da história, vivendo no Engenho Novo, um subúrbio da cidade do Rio de Janeiro, quase recluso em sua casa, construída segundo o molde da que fora a de sua infância, na Rua de Matacavalos, Bento de Albuquerque Santiago, com cerca de 54 anos e conhecido pela alcunha de Dom Casmurro. [...]


[...] Preparou uma compilação das suas obras que não chegou a concluir. O seu contemporâneo Garcia de Resende menciona em sua Miscelânea tais obras entre os notáveis acontecimentos do tempo. Gil Vicente publicou em vida alguns dos seus autos, em folhetos de corde, folhas soltas ou "volantes'. Destas edições, algumas das quais proibidas pela Inquisição, apenas se conhecem o Auto da Barca do Inferno, A Farsa de Inês Pereira, o D. Duardos e O Pranto da Maria Parda, além de três peças que não figuram na Copilaçam de toda as obras de Gil Vicente, organizada e publicada em 1562 pelo filho Luís Vicente, manifestamente incompleta e defeituosa; essas três peças são o Auto da Festa, publicada pelo conde de Sabugosa, e o Auto de Deus Padre, Justiça e Misericórdia e Obra da Geração Humana, publicadas mais recentemente por I.S. [...]


[...] José Lins do Rego em suas obras mostra constantemente para as recordações de sua infância e adolescência, para compor seu ciclo da cana- de-açúcar, série de romances de caráter memorialista que retratam a Zona da mata nordestina num período crítico de transição: a decadência dos engenhos esmagados pelas poderosas usinas. Suas principais obras são: Menino de engenho; Doidinho; Bangüê; O moleque Ricardo; Usina; Pedra Bonita; Fogo morto; Riacho doce; Pureza; Água- mãe; Eurídice. Enredo/resumo Carlos de Melo, já adulto, relata de uma forma saudosa a sua infância, quando era apenas o menino Carlinhos, que perdeu a mãe, assassinada pelos desvarios do pai, e fora morar no engenho Santa Rosa, de propriedade do avô materno, o Coronel José Paulino. [...]

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