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A abordagem gestáltica

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
psicologia
Faculdade
Universidad...

Informações do trabalho

Christina R.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
13 páginas
Nível
Para todos
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Fundamentos
  2. Mecanismos neuróticos
  3. E aqui temos o neurótico
  4. Terapia aqui e agora
  5. Descascando a cebola
  6. Ir e vir, psicodrama e confusão
  7. Quem está ouvindo?
  8. A gestalt em ação
  9. Conscientizar-se

O homem moderno vive num estado de baixo grau de vitalidade.
Seu mundo lhe oferece amplas oportunidades de enriquecimento e diversão e ele ainda vagueia sem objetivo, não sabendo o que quer, e por isso, completamente incapacitado de imaginar como alcançá-lo. Sequer aborda a aventura de viver com excitação ou interesse. Parece sentir que o tempo para diversão, prazer , crescimento e aprendizagem, e abdica da vida em si, quando atinge a maturidade. Reduziu a vida a uma série de exercícios verbais e intelectuais. Substitui o processo de viver pelas explicações psiquiátricas da vida.
Compreender o comportamento humano é a meta da Psicologia, visando atingir o auto-conhecimento, a satisfação e a auto-sustentação .
A abordagem Gestáltica constitui a exploração de um enfoque relativamente novo á totalidade do comportamento humano, tanto em sua realidade quanto em sua potencialidade. Partimos do princípio de que a crença que o homem pode viver uma vida mais plena e rica do que a maioria vive agora. O homem não começa ainda a descobrir o potencial da vida e energia que nele repousa.
Se não podemos nos compreender nem entender o que fazemos, não pretendemos resolver nossos problemas nem esperar viver vida gratificantes.
A primeira premissa básica deste livro é a organização de fatos, percepções, comportamentos ou fenômenos, e não os aspectos individuais do que são compostos, que os define e lhes dá um significado específico e particular.
Originalmente este conceito foi desenvolvido por um grupo de psicólogos alemães, que trabalhavam no campo da percepção, e que mostraram que o homem não percebe as coisas isoladas e sem relação, mas as organiza no processo perceptivo como um todo significativo.
Podemos exemplificar esta questão relacionando-a com o rapaz que entra em uma festa e no meio da multidão só vê sua namorada. Ela é sua figura e todo o restante do conjunto como demais convidados, ambiente, quadros estejam em segundo plano, ou seja, o fundo.
A Escola de Psicologia, que desenvolveu estas observações é chamada Escola Gestáltica . Gestalt é uma palavra alemã para a qual não há tradução equivalente em outra língua. Uma gestalt é uma forma, uma configuração , o modo particular de organização das partes individuais que entram em composição. A premissa básica da Psicologia da Gestalt é que a natureza humana é organizada em partes ou todos, que é vivenciado pelo indivíduo nestes termos, e que só pode ser entendida como uma função das partes ou todos dos quais é feita.

[...] Por último, há a apatia - desinteresse - representada pela velha piada psiquiátrica, "quem ouve?". Obviamente a apatia não nos leva a lugar algum. Não pode ocorrer qualquer desenvolvimento antes que o paciente adquira satisfação em todas as áreas nas quais está confuso, vazio ou paralisado. E o pré-requisito para a total satisfação é o sentido de identificação do paciente com todas as ações das quais ele participa, inclusive suas auto- interrupções. Uma situação só pode ser terminada se o paciente estiver totalmente envolvido nela. [...]


[...] A terapia gestáltica é uma terapia experencial, mais que uma terapia verbal ou interpretativa. Pedimos ao paciente para não falar de seus traumas e problemas da área remota do passado e da memória, mas para re- experenciar seus problemas e traumas que são situação inacabadas no presente- aqui e agora. A técnica gestáltica exige do paciente que ele experiencie a si mesmo tanto quanto possa , que ele se experiencie tão completamente quanto possa no aqui e agora. Pedimos ao paciente que se de conta de seus gestos, de sua respiração, de suas emoções, de sua voz e de suas expressões faciais, tanto quanto dos pensamentos que mais o pressionam. [...]


[...] Quando ele se torna incapaz de alterar suas técnicas de manipulação e interação, é que surge a neurose. O homem parece nascer com um sentido de equilíbrio social e psicológico tão acurado quanto seu sentido de equilíbrio físico. Quando a busca do equilíbrio do homem o leva a retira-se mais e mais, a permitir que a sociedade o influencie demais, a subjugá-lo com suas exigências, ao mesmo tempo a separá-lo com suas exigências, ao mesmo tempo a separá-lo do convívio social, a pressioná-lo e moldá-lo passivamente, nós o chamamos de neurótico. [...]

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