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A família contemporânea e seu papel na criação de uma criança

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
Fadiva

Informações do trabalho

JULIANO S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
9 páginas
Nível
Para todos
Consultado
461 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Desenvolvimento
    1. O que é família
    2. Os valores da família
    3. As funções da família
    4. O amor
    5. O namoro
    6. A família contemporânea brasileira
  3. Conclusão
  4. Bibliografia

O mundo em que vivemos hoje é de muita liberação, com isso os relacionamentos humanos se tornam cada dia mais difíceis. Baseado neste sentido muitas pessoas pensam que a família se dirige a falência.
A escolha livre é primordial à dignidade, porém pode ser desnorteante se não for usada adequadamente, e em nossa cultura consumista secular é um perigo real, pois infelizmente nem todos conseguem um matrimônio harmonioso.
A liberdade responsável de constituir uma família é exercida ao se viver à vocação matrimonial. O casamento verdadeiro não é uma combinação para atingir fins específicos ou gratificação pessoal e sim uma realização necessária na vida de muitas pessoas, pois ninguém vive só.
A verdadeira comunhão em família deve ser procurada e aceita como uma bênção, acalentada e nutrida em si mesmo.
O único lugar onde a doação verdadeira torna-se possível é na família, pois essa relação nasce do verdadeiro casamento.

[...] Antigamente havia as fases previsíveis num relacionamento amoroso: namoro, noivado, casamento. Hoje as coisas já não são mais assim. Elas assumiram outras formas. Segundo Maria Helena Matarazo o padrão atual envolve três estágios: Namorante (namorado + amante) Pré casante (morar junto) Casante (com ou sem papel , muitas vezes quando resolvem ter filhos) Na fase "namorante" existe uma necessidade urgente e constante do parceiro, um desejo permanente de satisfazer o outro. O casal vive um para o outro como se estabelecesse um pacto de sobrevivência. [...]


[...] A família conjugada-fraterna refere-se a uma unidade composta de dois ou mais irmãos, suas respectivas esposas e seus filhos. O laço de união é consangüíneo. A família fantasma consiste em uma unidade familiar formada por uma mulher casada e seus filhos e o fantasma. O marido não desempenha papel de pai, é apenas o genitor, pai biológico. A função de pater, pai social, cabe ao irmão mais velho da mulher, o fantasma. Os padrões familiares de algumas sociedades ainda persistem na poligamia. [...]


[...] Em uma sociedade como a nossa, onde o stress assola a vida de trabalho, é imprescindível que o meio ambiente seja de paz e harmonia. Qual é o marido ou filho que chega em casa e não quer ter refeição pronta, roupa lavada e atenção para si? A família é valorizada a partir dos pontos de fraternidade, atenção, compreensão e amor. O respeito mútuo de seus membros faz com que cada um realize seus objetivos mais facilmente na vida. Geralmente as pessoas que mais tem problemas psicológicos, são de família mal estruturada. [...]

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