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Atuação do estagiário de psicologia em uma instituição de delegacia de defesa da mulher

Informações sobre o autor

Hospital Municipal Waldeck Ornellas - Cras- Centro de...
Nível
Especializado
Estudo seguido
Psicóloga -...

Informações do trabalho

Fredinara L.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
23 páginas
Nível
Especializado
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
    1. A psicologia nas instituições segundo Jose Bleger e Goffman
    2. Prevenção em psicologia, a estratégia clinica de atuação do psicólogo
    3. Transferência e contratransferência
    4. Discussão acerca da violência
    5. Discussão acerca da violência conjugal contra mulher e sobre a dinâmica das relações familiares
  2. Desenvolvimento das atividades realizadas; apresentação de dois casos atendidos
    1. Caso 01
    2. Caso 02

Diante do contexto vivenciado, pensa-se que a população de modo geral, continua adoecida e aparentemente não assistida pela saúde pública. A situação torna-se mais grave no âmbito da saúde mental, em que os pacientes por falta de informações, como também pela instabilidade psicológica que vivenciam, acabam recorrendo a serviços nem sempre adequados à sua problemática, incorrendo em idas e vindas infrutíferas às instituições. Assim a instituição torna-se a ?porta de entrada? para todos os tipos de demanda. Diante da situação mencionada, a atuação da estagiária na instituição consistiu em oferecer atendimento psicológico ao público que procura os serviços da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), constituindo-se numa modalidade complementar de atendimento oferecido à comunidade. Nesta modalidade de atendimento, objetivou-se acolher a demanda de quem recorre à instituição, identificá-la, qualificá-la e direcioná-la ao serviço mais adequado (encaminhamento externo), se necessário fosse.
A psicologia comunitária, como aponta Gomes (1999), é um saber em construção, pragmático, derivado da psicologia social. É um termo ainda bastante novo e amplo, sendo, por isso mesmo, de difícil conceituação. Entretanto, ela pode ser compreendida como uma visão pragmática da psicologia, que busca o desenvolvimento e aplicação de técnicas psicológicas que sejam relevantes para a melhoria da qualidade de vida da comunidade.

[...] estava com uma marca no rosto), quando esta pediu para ele ficar em casa à noite com as crianças, veio para cima de mim, meus filhos se esconderam debaixo da cama de tanto medo? (sic). S. relatou que caso fosse chamado à delegacia o esposo não iria. iv - intervenção: Procurei demonstrar à S. que estaria ali disposta a ouvi-la, no entanto, as mudanças teriam que partir dela mesma, poderia apenas orientá-la quanto às suas decisões. Disse a S. que entendia de acordo seu relato, que ela busca soluções imediatas para uma problemática que já se arrasta há bastante tempo e de certa forma acaba ?perdida? em meio a tantos conflitos. [...]


[...] II.5 - Discussão acerca da violência conjugal contra mulher e sobre a dinâmica das relações familiares A violência do homem contra a mulher com a qual convive em regime conjugal, representa um problema psicossocial e jurídico de extrema importância nos dias atuais, pois suas conseqüências afetam além dos elementos das famílias envolvidas, também a economia do país e a sociedade de forma geral, relata (AZEVEDO, 1985). De acordo com este mesmo autor, o fenômeno da violência conjugal ocorre em todos os níveis sócio-econômicos, sobretudo naqueles de baixa renda, pelo fato de que as dificuldades financeiras, a miséria e as desestruturações familiares favorecem o clima de instabilidade de humor, exacerbando os comportamentos agressivos nos indivíduos. [...]


[...] A autoridade policial efetua um resumo dos fatos através do TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência) e a mulher pode desistir da denúncia na delegacia. A antiga lei não previa prisão preventiva, nem prisão em flagrante para os crimes de violência doméstica e a pena para o crime era de 6 meses a 1 ano de reclusão. A nova lei 11.340 /2006, a Lei de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher, que recebeu o nome de Maria da Penha?, por referência à Maria da Penha Maia que lutou durante 20 anos para ver o agressor condenado e acabou virando símbolo contra a violência doméstica, tipifica e define a violência doméstica e familiar contra mulher. [...]

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