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Crimes passionais

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
UNIFENAS

Informações do trabalho

Marcos Botega S.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
23 páginas
Nível
Para todos
Consultado
6 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Crime passional
  2. A mulher como vítima
  3. Os crimes passionais - análise histórica
    1. Aceitação da Violência
    2. Violência emocional
  4. Amor e paixão versus ódio
  5. Conclusão
  6. Referências bibliográficas

O trabalho a ser apresentado tratará da Psicologia Criminal, enfatizando os Crimes Passionais, que são os decorrentes da paixão. Pretendo analisar o crime passional pela ótica da psicologia, analisando casos passados e recentes, delimitando o liame estreito existente entre o amor e o ódio, amor e paixão, paixão e obsessão.
Cuidará dos aspectos morais, sociais e jurídicos e suas modificações ao longo dos tempos decorrentes das transformações de valores ocorridas na sociedade brasileira, a partir da década de 1960, compreendendo como o movimento feminista interferiu, durante a década de 1970, no universo jurídico brasileiro, fazendo com que fossem construídas diferentes defesas e acusações sobre este tipo de crime. Analisarei as categorias ?legítima defesa da honra? e ?passionalidade?.
Tudo, logicamente, utilizando a psicologia jurídica e os estudos da psique humana, levantando questões como Distúrbios Momentâneos e o Distúrbio da Personalidade Múltipla (DPM).
Frisando que, o trabalho a ser apresentado não se tratará de uma bandeira feminista, até porque mulheres também cometem os chamados crimes passionais, embora em menor número, a questão a ser levantada é a emoção que motiva tais crimes e até que ponto a paixão pode ser vista como um atenuante, se é que realmente pode, ou encarada simplesmente como explicação do crime. Evidentemente que há diferenças em relação a situação da mulher como autora do crime, uma vez que para esta não existe a tese de legítima defesa da honra, que embora não sendo mais aceita pelos Tribunais de Justiça, ainda é alegada, assim sendo há de se enfatizar essa desigualdade incoerente e absurda, diante do Código Penal de 1940 e também da Constituição Federal de 1988.
Em síntese, o trabalho a ser apresentado levantará os aspectos psicológicos do crime e do criminoso e de todo o contexto referente a eles, lembrando da deficiência em relação a prevenção dos crimes passionais e de como é mais produtivo esta do que a repressão do autor.
Embora não seja um tema novo, nem se trate de uma situação recente e isolada, verifica-se que não há um aprofundamento considerável e significativo nessa área, encontram-se trabalhos esparsos e algumas considerações importantes, mas não algo realmente expressivo, principalmente no campo jurídico, tento a psicologia tomado para si o interesse a esse respeito.
Todavia, como para o campo psicológico e psiquiátrico, é de suma importância que a área jurídica aprofunde-se nesse tema para que aja condição de um julgamento embasado em conhecimento, considerando pontos importantes e por muitas vezes ignorados.
Amor, ódio, orgulho ferido, sentimento de posse. Doença, vingança, maldade. Legítima defesa da honra, até que ponto essa alegação caiu mesmo por terra? Homens e Mulheres ou Homens x Mulheres, ainda vivemos numa sociedade machista? Transformações sociais e o Tribunal do Júri.
Por esses e outros questionamentos e alegações é o presente tema, tendo como proposta a compreensão das emoções que se contradizem levando uma pessoa a matar em nome de um suposto amor. Em que medida ela mesma acredita nisso e onde começa uma grande encenação usando como pretexto o amor ou desequilíbrio ou ainda o distúrbio emocional e psicológico para encobrir um ato egoísta e violento.

[...] relação a prevenção dos crimes passionais e de como é mais produtivo esta do que a repressão do autor. Embora não seja um tema novo, nem se trate de uma situação recente e isolada, verifica-se que não há um aprofundamento considerável e significativo nessa área, encontram-se trabalhos esparsos e algumas considerações importantes, mas não algo realmente expressivo, principalmente no campo jurídico, tento a psicologia tomado para si o interesse a esse respeito. Todavia, como para o campo psicológico e psiquiátrico, é de suma importância que a área jurídica aprofunde-se nesse tema para que aja condição de um julgamento embasado em conhecimento, considerando pontos importantes e por muitas vezes ignorados. [...]


[...] CONCLUSÃO Pretendeu-se questionar, através da análise dos crimes passionais, os perfis de gênero femininos e masculinos que permitiram rastrear o processo de construção e de circularidade destes perfis no discurso jurídico e no da imprensa, através do criminoso por paixão e de sua vítima e engendraram a presente investigação. Um sentimento tão profundo e cheio de devoção, de repente se desfaz e sentimentos confusos e desesperadores invadem a mente e a vida da pessoa, vem o desespero e o outro merece punição (morte). [...]


[...] Spartacus teve de deixá-la. Partiu para o combate. O exército de escravos, durante dois anos, lutou heroicamente, mas não conseguiu derrotar as forças da invencível Roma. Os prisioneiros sobreviventes só tinham um destino: morrer na cruz mais cruel de todas as mortes). Antes disso, porém, os romanos tiveram um requinte de crueldade. Dentre os sobreviventes, estavam Spartacus e Antonino. Foram colocados na Arena para uma luta mortal entre si. O vencedor morreria na cruz. Se se recusassem ao combate, a cruz seria o destino de ambos. [...]

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