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Educação inclusiva e afetividade

Informações sobre o autor

Hospital Municipal Waldeck Ornellas - Cras- Centro de...
Nível
Especializado
Estudo seguido
Psicóloga -...

Informações do trabalho

Fredinara L.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
7 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução

O atual texto constitucional na Brasil (1988) consagra no Art. 205, a educação como direito de todos e dever do estado e da família. As linhas mestras estabelecidas pela constituição foram regulamentadas em seus mínimos detalhes pela Nova lei de Diretrizes e Bases da educação Nacional, Lei no 9394/96. É importante registrar que no período entre a promulgação da nossa constituição e da Lei 9394/96, houve um momento histórico internacional no campo da educação: A conferência Mundial sobre Necessidades Educativas Especiais, com o objetivo de promover a educação para todos, analisando as mudanças fundamentais de políticas necessárias para favorecer o enfoque da educação integradora, capacitando as escolas para atenderem a todas as crianças, sobretudo às que têm necessidades educativas especiais.

O princípio norteador de nosso trabalho de pesquisa é de que a inclusão beneficia a todos e não apenas aos portadores de necessidades especiais, pois acreditamos que ela pode despertar em nós sadios sentimentos de respeito à diferença, de cooperação e de solidariedade. Assim, como afirma a autora Cláudia Werneck: Ao se tornar inclusiva, a escola estará dando passo muito maior do que o de abrir suas portas para alunos com deficiência física ou mental, promoverá uma revolução rumo à educação de qualidade para todos.

É necessário que a educação procure atender ás diferenças individuais do educando, visando desenvolver oportunidades para que cada pessoa, em toda sua plenitude, considerando suas necessidades e fraquezas, suas forças e esperanças para que haja crescimento do ser humano.

[...] Dessa maneira, é a afetividade quem determina a atitude que podemos ter diante de nossas vivências, e será ela quem determinará, a forma de relacionamento seja ele positivo ou negativo entre os alunos ditos normais e com necessidades especiais. A mesma autora, nos diz que a escola deverá ser capaz de atender os alunos em suas especialidades e singularidades; a inclusão não deverá se limitar a colocar mais um estudante dentro da escola, é necessário prover condições para que esse desenvolva suas potencialidades de modo construtivo. [...]


[...] Partindo desses pressupostos e interessadas em uma proposta educativa que não priorize apenas o desenvolvimento da dimensão cognitiva e lógico- matemática dos alunos, mas que assuma funções mais abrangentes e que incorporem em seu núcleo de objetivos a formação integral do ser humano, pretendemos pesquisar, de que forma a educação inclusiva pode contribuir para o desenvolvimento dos vínculos afetivos dentro da sala de aula, propiciando assim a formação da cidadania e desenvolvendo competências para lidar de maneira crítica, consciente, democrática e autônoma com a diversidade e o conflito de idéias, com influências da cultura e com os sentimentos e as emoções nas relações que se estabelecem consigo mesmos e com o mundo a sua volta. [...]

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