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O Complexo Materno e seus Aspectos Psicológicos

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
psicologia
Faculdade
Universidad...

Informações do trabalho

André Luiz T.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
7 páginas
Nível
Para todos
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Conceito de Complexo
  2. Entendendo os Arquétipos
  3. Arquétipos Relacionais: Anima e Animus
  4. O Complexo Materno e seu Processo de Dissolução

O presente escrito tem como propósito elucidar os aspectos psicológicos do complexo materno, dando ênfase às estruturas envolvidas, como os arquétipos e suas faces, anima e animus, tomando como referência os preceitos de Carl Gustav Jung que nos ensina a importância da figura materna na constituição psíquica, e também os caminhos da identificação para a ocorrência do complexo.
Quanto ao enfoque prático, o artigo compreende, especificamente minha experiência no desenvolvimento de atendimentos psicoterapêuticos em minha rotina de estágios na Clínica escola da Universidade Jose do Rosário Vellano.

[...] Quando entram em ação (tornam-se ?constelados?), os complexos contribuem para o comportamento e são marcados pelo afeto quer uma pessoa esteja ou não consciente deles. Goldberg, (1980). A noção de um complexo baseia-se em uma refutação de idéias monolíticas de ?personalidade?. Possuímos muitos selfs, como sabemos por experiência. Embora seja um passo considerável desse ponto até a consideração de um complexo como uma entidade autônoma dentro da psique, Jung, (1934) asseverava que os ?complexos se comportam como seres independentes?. Também argumentava que ?não existe diferença, em princípio, entre uma personalidade fragmentária e um complexo. [...]


[...] E realmente o modo mais visível que temos para observar a projeção da anima é no ato de apaixonar-se, pois é o sentimento que viabiliza a aproximação dos sexos e com isso dar inicio a um relacionamento, pois é só através do relacionamento com o outro que conseguimos desenvolver e integrar nossos aspectos inconscientes. O apaixonar-se para o homem consiste na projeção de sua anima em uma mulher e fascinar-se pelo que vê. Essa instancia do inconsciente chamada anima é necessária a adaptação interna, contato com o simbólico subjetivo e coletivo, é através dessas estruturas que o ego pode se relacionar com as partes mais intimas da psique. [...]


[...] Ao trazer pela primeira vez o conceito de Arquétipo, Jung o definiu com imagens primordialmente humanas que são transmitidas e herdadas e em seus escritos caracteriza os arquétipos com ?sistemas vivos de reação e prontidão que por via invisível por isso mais eficiente ainda, determina a vida individual? (1921/1991.p.173). O arquétipo é um conceito formal, um arcabouço preenchido com idéias, temas e vivências. A forma do arquétipo é herdada, mas o conteúdo não, pois não depende de mudanças históricas e ambientais, sendo, sempre determinado pelo indivíduo. [...]

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