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Os jogos de regras e suas implicações psicopedagógicas na educação infantil

Informações sobre o autor

Hospital Municipal Waldeck Ornellas - Cras- Centro de...
Nível
Especializado
Estudo seguido
Psicóloga -...

Informações do trabalho

Fredinara L.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
14 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Jogos de dominó
    1. História
    2. Descrição
  2. Outras atividades com dominó
  3. Situações-problema
  4. Implicações pedagógicas
  5. Jogos e regras
  6. Os jogos e sua importância na escola
    1. Jogos de exercício
    2. Jogos simbólicos
    3. Jogos de regra
  7. Os jogos e sua importância sociocultural
    1. O lúdico nos jogos de exercício
    2. Os jogos símbolos e sua função sociocultural
    3. O jogos de regra e sua função ética
  8. Bons jogos em grupo: o que são eles?
    1. Ser interessante e desafiador
    2. Permitir que a própria criança avalie seu desempenho
    3. Participação ativa de todos os jogadores durante o jogo

As atividades com dominó desenvolvem o raciocínio lógico e aritmético das crianças, mas para que isso ocorra, é preciso planejar a introdução e as intervenções que serão feitas.
Antes de propor qualquer jogo ou atividade, é importante saber o que as crianças já sabem sobre o dominó, lembrando-se sempre que o jogo é uma atividade lúdica e tem como objetivo principal colocar o jogador em contato com as regas e com adversários.
É importante que o educador fique circulando pela sala enquanto seus alunos jogam, e observe quais são os critérios utilizados por eles para as jogadas, se compreendem ou não as regras, etc. Assim, é importante que se utilize o dominó como recurso complementar, e não substituto de algum outro método.
Segundo Lino de Macedo (1997), os jogos podem ser propostos com o objetivo de coletar importantes informações sobre como o sujeito pensa; e com isso ir criando meios favoráveis para que esse jogador crie situações que apresentem situações problemas a serem solucionados. A intenção é que o jogador jogue o mais consciente e intencional possível para que tenha um resultado favorável, e se esse resultado não for favorável, que ele saiba analisar o que o impediu de atingir a vitória.
A prática de jogos com uma reavaliação constante, junto com a intervenção de um adulto, ajuda com que o aluno consiga gradativamente levar o que conquistou com os jogos para a família, escola e meio social.

[...] Os jogos de exercício e o lúdico têm como conseqüência que é fundamental na nossa vida social, é o caráter ético, que está relacionado ao amor à vida. Piaget descrevia que já no estádio sensório motor, graças ao jogos de exercício, a criança já tem a experiência ética, podendo analisar valores e qualidades de sua ação ou dos objetos com que se relaciona Os Jogos Símbolos e sua função Sociocultural Aos dois anos os jogos se tornam para a criança, segundo Piaget, parte de uma nova estrutura, os chamados jogos simbólicos, que tem como característica as convenções, a presença do objeto, socialização, tematização de papéis e os esquema simbólicos, que vão ser caracterizados pela presença do objeto. [...]


[...] Isso tudo é importante, pois dessa forma a criança assimila o mundo como pode ou deseja, criando analogias, fazendo invenções, tornando-se produtora de linguagens, criando convenções, e graças a essas construções simbólicas ela pode submeter-se às regras de funcionamento de sua casa ou escola Jogos de Regra Os jogos de regra contêm, como propriedades fundamentais de seu sistema, as duas características herdadas das estruturas dos jogos anteriores: dos jogos de exercício herda a regularidade, pois o ?como fazer? do jogo é sempre o mesmo, até que se modifiquem as regras; dos jogos simbólicos herda as convenções, ou seja, as regras são combinados arbitrários, criados pelo inventor do jogo ou por seus proponentes, que os jogadores aceitam livremente. [...]


[...] De acordo com Kamii e Devries (1991) num primeiro momento o professor deverá realizar uma triagem dos jogos a serem utilizados, constatando ou não se os mesmos possuem conteúdo desencadeador dos processos de pensamento da criança; as autoras ressaltam que muitas das vezes o jogo poderá ser reformulado a fim de torná-lo mais desafiador e apropriado às necessidades das crianças Permitir que a própria criança avalie seu desempenho SegundoKamii e Devries (1991) um bom jogo implica na análise da possibilidade de as crianças avaliarem o resultado de suas ações, sendo necessário evitar qualquer situação de ambivalência para que, frente a um resultado falho, a criança possa julgar onde errou e exercitar sua inteligência na resolução de problemas, construindo relações entre vários tipos de ação e vários tipos de reação de um objeto. [...]

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