Search icone
Permuta de Trabalhos Acadêmicos
Garantias
Leia mais sobre as nossas garantias.

Práticas psicológicas em varas de família (separação e adoção)

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
direito...
Faculdade
Universidad...

Informações do trabalho

Marcele A.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
5 páginas
Nível
Para todos
Consultado
229 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
0 Avaliaçao cliente
0
escrever um comentário
  1. Introdução
  2. Desenvolvimento
  3. Entrevista
  4. Bibliografia

A prática do psicólogo em Varas de Família exige o conhecimento básico dos códigos jurídicos que regulam as famílias no Brasil. Há necessidade de um código compartilhado entre o psicólogo e os demais membros da equipe inter profissional, incluídos os operadores de Direito. Sem o respaldo da equipe profissional, a ação do Juiz é insuficiente para regular as relações entre os sexos e de parentesco. As referências usadas pelo psicólogo devem comunicar-ser com as do Juiz, uma vez que conhecer o que diz a lei torna-se imperativo, mesmo que seja para informar que tais concepções não encontram respaldo sequer em nossa legislação. As estruturas encarregadas de aplicá-las não só normatizam e reprimem, mas põem em funcionamento diversas práticas de poder cujo objetivo é menos julgar e punir do que curar, corrigir e educar cada sujeito a administrar a própria vida. Lançando mão dessa perspectiva, o psicólogo adquire certo domínio sobre o lugar que lhe é reservado nas instituições judiciárias.

[...] Tal aparato indica o melhor interesse da criança diante da exclusiva possibilidade da guarda mono parental, e o psicólogo, na condição de perito, é chamado a fornecer subsídios para a tal decisão judicial. É certamente impróprio indagar a criança com quem ela deseja ficar, podendo com isso acarretar num outro momento, graves sentimentos de culpa por rejeitar um dos genitores. Isso deve acontecer desde que o Juiz saiba conversar com a criança, caso contrário, deve ser feito por uma pessoa capaz de avaliar com quem a criança quer permanecer, ou com o qual dos genitores é mais apegada. [...]


[...] varas da Família, ouve-se o eco das apelações insatisfeitas, os desencontros amorosos causando a demanda de uma repartição, esperando que a lei possa colocar-se na posição regular o irregulável.? Entrevista NOME: Fulana da Silva PROFISSÃO: Psicóloga há 08 anos COMO INGRESSOU NA CARREIRA: Através de concurso para Psicólogo Judiciário PRINCIPAL ATIVIDADE DESENVOLVIDA: Análise e avaliação dos casos de violência doméstica, adoção, separação, abandono, abuso sexual entre outros, encaminhados à Vara da Infância. Auxílio ao Juiz nas decisões referentes à psicologia e assistência social. [...]

Mais Vendidos psicologia

O Complexo Materno e seus Aspectos Psicológicos

 Psicologia e letras   |  Psicologia   |  Estudo   |  15/01/2012   |  BR   |   .doc   |   7 páginas

Uma reflexão sobre a depressão e as suas principais causas na abordagem cognitiva comportamental

 Psicologia e letras   |  Psicologia   |  Estudo   |  03/11/2008   |  BR   |   .doc   |   17 páginas

Últimos trabalhos psicologia

O Complexo Materno e seus Aspectos Psicológicos

 Psicologia e letras   |  Psicologia   |  Estudo   |  15/01/2012   |  BR   |   .doc   |   7 páginas

A Psicopedagogia e Sua Relação no Modelo Educacional Evidenciando o Papel da Afetividade como...

 Psicologia e letras   |  Psicologia   |  Estudo   |  28/07/2011   |  BR   |   .doc   |   17 páginas