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Psicologia médica: esquizofrenia

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
FASEH

Informações do trabalho

Rodrigo M.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
12 páginas
Nível
avançado
Consultado
0 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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A esquizofrenia é uma doença mental que afeta a capacidade da pessoa em distinguir se as experiências vividas são ou não reais. Ameaça, ainda, o senso ontológico de ser algo, afeta o narcisismo inerente a cada ser.
Apesar de descrita desde os primórdios, a palavra Esquizofrenia (?divisão da mente?), somente entrou em cena no início do século XX. Nessa mesma época, foram implantados os conceitos de sinais primários, os quais são chamados 4 A's: associações anormais, comportamento autista, afeto anormal, ambivalência. E o sintoma central perda da associação entre pensamento, emoção e comportamento (risadas tolas quando noticia de morte, pensamento mágico).
A esquizofrenia é uma doença de preocupação de saúde pública, pois implica em dispêndios excessivos, os quais podem ser controlados mediante ações de cunho sócio-econômico, na medida em que sua maior prevalência se encontra no segmento urbano economicamente desfavorecido. Ela se manifesta no final da adolescência e no começo da vida adulta (homens de 15 a 25 anos, mulheres de 25 a 35).

[...] As experiências de irradiação, inserção, subtração e controle dos pensamentos são comuns na esquizofrenia e pode ser variadamente conceitualizados como delírios, transtornos de percepção ou como resultado de uma perda dos limites do ego. Uma característica comum dos delírios esquizofrênicos é a certeza direta, imediata e total com a qual o paciente mantém essas crenças. Classificações PARANÓIDE: Caracterizado por um início mais tardio e mais agudo, tendo o paciente maiores conquistas ocupacionais e sociais pré-mórbidas. O prognóstico desse subtipo é melhor tanto a curto quanto a longo prazo. [...]


[...] ESQUIZOFRENIA DE INÍCIO TARDIO: esquizofrenia com início após os 45 anos. Caracterizada por sintomas paranóides, sendo mais freqüente em mulheres. Distinção entre positivo e negativo Dois processos psicopatológicos distintos foram postulados em 1980. A esquizofrenia tipo I foi caracterizada por sintomas predominantemente positivos, bom funcionamento pré-mórbido, início agudo, estruturas cerebrais normais na tomografia computadorizada boa resposta ao tratamento e um melhor curso a longo prazo. A esquizofrenia tipo II foi caracterizada por sintomas principalmente negativos, um início insidioso, fraco funcionamento pré-mórbido, anormalidades nos esquadrinhamentos por TC, uma tendência para a resistência a drogas, e um curso e resultado mais fracos a longo prazo, frequentemente resultando em deterioração comportamental. [...]


[...] Ou seja, não exclui os fatores psicodinâmicos do quadro da síndrome, mas retira-os como fatores causais e os coloca como fatores facilitadores ou inibidores da expressão da doença; - O modelo de processamento distribuído em paralelo parte do postulado de que a maior parte das funções mentais humanas surge de redes neuronais distribuídas em paralelo (hipocampo e parte do córtex frontal, por exemplo). O parasitismo da memória é uma condição em que as regiões responsáveis pelo armazenamento e organização da memória, redes distribuídas em paralelo, podem estar afetados. [...]

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