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Psicose infantil

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Gisele B.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
14 páginas
Nível
Especializado
Consultado
42 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Sobre a psicose infantil simbiótica: Aspecto genético, dinâmico e de restituição
    1. Exemplo de caso
  3. Psicose precoce do bebê: Síndrome simbiótica e síndrome autística
    1. Exemplo de caso
  4. O brincar para a criança psicótica

As psicoses infantis por muito tempo foram ignoradas e negadas em sua existência. Apenas na primeira década do século 20, com os trabalhos de Melanie Klein e de Ana Freud, é que tiveram início os primeiros trabalhos psicanalíticos com crianças. A partir daí outros pesquisadores tiveram destaque no estudo dos distúrbios precoces infantis, como Kanner, que tornou aceito o conceito de autismo dos bebês.
O presente trabalho procura especificar e exemplificar algumas das psicoses da infância, bem como suas correlações com a imprescindível simbiose materna nos primeiros momentos de vida do bebê, e as implicações que uma deficiência nesta fase podem causar ao mesmo , levando- o possivelmente a desenvolver uma psicose.
É durante o segundo ano de vida que a criança passa de um estado quase que completamente vegetativo e simbioticamente dependente da mãe para o de uma separação individual. Este começa a tornar-se cada vez mais consciente de suas próprias capacidade, bem como de sua situação de indivíduo separado. Neste período acontece o desenvolvimento maturativo da locomoção que expõe a criança a importantes experiências de deliberada separação e reunião com a mãe através da atividade corporal.

[...] Há duas fases que são essenciais para a compreensão da crise psicótica, estas são fase pré-psicótica e das remissões da psicose simbiótica infantil. A vida do recém nascido, esta centrada em torno de suas tentativas de reduzir a tensão. Para minorar o desprazer, o bebe tem dois caminhos; seu próprio corpo e os cuidados de sua mãe. O efeito dos fenômenos expulsivos, bem como a gratificação derivada das subministrações da mãe, auxiliam o bebê a diferenciar o prazer a as experiências agradáveis da dor e das experiências desagradáveis. [...]


[...] O segundo período da manifestação inicial da psicose infantil ocorre quando o relacionamento simbiótico de gratificação das necessidades, com a mãe, deve ir se tornando gradativamente mais recíproco e consolidado. É o momento em que a representação mental da mãe deve encontrar-se em processo de tornar-se representação do objeto integrado, pavimentando o caminho para a consciência objetal. O modo de agir do bebê indica ser ele capaz de manter a representação mental da mãe, mesmo esta estando ausente, por períodos cada vez mais longos. [...]


[...] Aos nove anos de idade, ele sofre a primeira crise psicótica que durou seis semanas. Aro gritava muito alto e dizia que seu grito poderia ser escutado no mundo todo. Começou então uma psicoterapia com um terapeuta que compartilhava com a mãe. Numa manha, quando Aro ia para sua terapia, a mãe percebeu que ele se rastejava na grama e se masturbava. A mãe no mesmo momento o repreendeu. Eles esperavam por um amigo com quem pagariam uma carona, este por sua vez se atrasou, e logo que chegou contou o que havia acontecido, um de seus alunos havia cortado o dedo, neste momento Aro caiu e começou a gritar, tendo convulsões. [...]

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