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Sobre a morte e o morrer – análise psicológica do paciente terminal

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
CASTELO BRANCO

Informações do trabalho

Armênio C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
22 páginas
Nível
Para todos
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Mudanças no processo de morrer ocorridas no século XX
  3. O que é morte?
  4. A morte para a equipe de saúde
    1. A humanização da morte
  5. A morte para o paciente terminal
  6. Conclusão
  7. Referências bibliográficas

Os povos da antiguidade temiam a morte e preservavam seus parentes mortos a distância, pelo temor que eles regressassem ao povoado. Assim os cemitérios da antiga Roma e de Constantinopla, por exemplo, eram localizados fora das cidades, caracterizando a morte como algo repugnante a ser escondido (MARTINS, 1983).
Na Idade Média, com o cristianismo, este panorama mudou. O culto aos mártires e a fé na ressurreição do corpo fizeram com que a morte fosse mais bem aceita, tratada com familiaridade, embora com indiferença. Com o tempo, os cemitérios passaram a ser construído dentro das cidades e se tornaram postos de intensa atividade social (MARTINS, 1983).
A pessoa que pressentia a proximidade do seu fim, respeitando os atos cerimoniais estabelecidos, deitava-se no leito de seu quarto e ali, era visitado por pessoas da comunidade. Era importante a presença dos parentes, amigos e vizinhos e os ritos da morte eram realizados com simplicidade, sem dramaticidade ou gestos de emoção excessivos. O moribundo dava as recomendações finais, exprimia suas últimas vontades, pedia perdão e se despedia. O sacerdote comparecia e o moribundo se confessava e recebia a comunhão. Em seguida, o sacerdote ministrava a extrema-unção. Finalmente, quando se aproximavam os últimos momentos, a comunidade recitava as orações dos agonizantes (MARANHÃO, 1986).

[...] Na verdade, todo esse processo não resultaria tão traumático e doloroso se as pessoas, mesmo antes do surgimento de um caso de morte na família, conversassem sobre a morte e o morrer como sendo um fato constitutivo da própria vida e do viver (MARANHÃO, 1986). O último estágio se realiza quando o paciente é capaz de alcançar a aceitação. Isto não significa que o paciente tome uma atitude cômoda e espere passivamente a morte como algo bem-vindo. Neste estágio, o moribundo não encara a morte como uma demissão compulsória que poderia resumir-se com um ?não há nada mais a fazer senão entregar-se". [...]


[...] Uma mudança no paradigma sobre o enfoque da morte e do luto na contemporaneidade. In: Franco, MHP (org). Estudos avançados sobre o luto. Campinas Livro Pleno p. 15-38. Franco, MHP. Cuidados paliativos e o luto no contexto hospitalar. O Mundo da Saúde 2003; 27(1):182-4. Hennezel, Leloup, JY. A arte de morrer. Petrópolis: Vozes Imedio, EL. Enfermería en cuidados paliativos. Madri: Panamericana Kübler-Ross, E. Sobre a morte e o morrer. São Paulo: Martins Fontes Psicologia hospitalar: paciente terminal e equipe interdisciplinar. [...]


[...] Ao realizarmos uma reflexão sobre este problema, supõe-se ser este o maior desafio do profissional de enfermagem ao lidar com seus pacientes: a capacidade de afastar de seus sentimentos, medos e tensões, de maneira que consiga fazer com que seus sentimentos pessoais não prejudiquem o paciente atendido. Definindo-se bem esta questão, é possível relacionar-se com o doente, aceitar melhor os diagnósticos, realizar um planejamento sistemático da assistência e então, implementá-la, avaliá-la e modificá-la quando for necessário (SANTOS, 1996). Segundo Ribeiro et al. [...]

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