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Violência entre crianças

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Gisele B.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
13 páginas
Nível
Especializado
Consultado
33 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Revisão de literatura
    1. Violência entre crianças
    2. Desenvolvimento da criança segundo Piaget
    3. Processos grupais
  3. Método ? Relato de ida à Campo
  4. Resultados encontrados
  5. Proposta de Intervenção

O presente trabalho busca apresentar algumas formas de se estar avaliando a atitude de crianças que realizem brincadeiras violentas na escola, tanto na sala de aula, como nos intervalos das aulas e no horário do lanche, trazendo uma visão teórica de como se pode estar trabalhando esse comportamento das crianças.
Buscou-se junto à direção do Colégio Sinodal Ruy Barbosa quais as demandas que se vivenciam naquela instituição de ensino, elencando qual compreensão poderia estar sendo apresentada e como se administrar essas atitudes violentas das crianças.
O objetivo do trabalho é o de esclarecer como esse comportamento pode estar resultando de outros contextos nos quais ela esteja inserida e na elaboração de um plano de intervenção para se estar trabalhando com essas crianças.

Podemos notar em alguns estabelecimentos de ensino uma queixa bastante comum: o elevado índice de violência ocorrido nas brincadeiras entre crianças de 7 a 11 anos. Esses dados são uma preocupação tanto para a diretoria da escola, como para os professores e pais. O que tem gerado essa modificação de comportamento é um assunto complexo e envolve diretamente a família da criança e o seu ambiente. Sabe-se que os genes herdados exercem fundamental influência nos circuitos neuronais que formam os mecanismos bioquímicos da agressividade. Ressalta-se, porém, que os fatores genéticos não são únicos responsáveis pelo comportamento: o impacto do meio ambiente é bastante decisivo. (VARELLA, acesso em 2006). Porém muitas vezes há o descaso dos pais na articulação de uma mudança no comportamento do filho o que acaba dificultando o trabalho da escola.
Para Piaget segundo Biaggio (1976) os estágios e períodos do desenvolvimento caracterizam as diferentes maneiras do indivíduo interagir com a realidade, ou seja, de organizar seus conhecimentos visando sua adaptação, constituindo-se na modificação progressiva dos esquemas de assimilação. Os estágios evoluem como uma espiral, de modo que cada estágio engloba o anterior e o amplia. Piaget não define idades rígidas para os estágios, mas sim que estes se apresentam em uma seqüência constante.

[...] Estas duas últimas apresentam um demasiado comportamento violento, agressivo, onde existe uma grande falta de tolerância entre os alunos. Com relação a turma do 3º ano enfatizou que furtam o lanche dos pequenos e que para esse problema o colégio já havia, inclusive, organizado o horário do lanche para que em um primeiro período se realizasse o recreio dos menores para então liberarem os maiores. Com relação aos professores a coordenadora comentou que não há aparentemente nenhum problema de indisciplina, no entanto, para ela há indícios de desrespeito dos alunos para com os professores, porém se percebe um certo faz-de-conta em deixar assim mesmo, ou seja, os professores não reclamam e acabam fingindo que não viram, que não é com eles para não ter que tomar atitudes mais drásticas. [...]


[...] (Zimerman 2000 p.441), para Bion, o grupo precede ao individuo, diz origem de formação espontâneas do grupo têm suas raízes no grupo primordial? (Zimerman 2000 p.441). Para Freud indivíduo não existe sem um grupo?, que denominou de ?Instinto social?, (Zimerman 2000 p.441). Segundo Zimerman, (2000 p agrupamento, ?significa um conjunto de pessoas que convivem partilhando de um mesmo espaço e que guardam entre si certa valência de inter-relações e uma potencialidade em virem a se constituir como grupo propriamente dito?. [...]


[...] Os autores de um estudo realizado nos Estados Unidos sobre a violência entre crianças nas escolas acreditam que tal estudo mostrou que as crianças que fazem ameaças são mais propensos a terem condutas violentas, mostrando a necessidade do desenvolvimento de planos de prevenção da violência, como a promoção da educação das crianças em relação à violência e o treinamento dos profissionais que lidam com os jovens. Porém, apesar dos dados levantados no referido estudo, os pesquisadores falam que outros estudos ainda precisam ser realizados visando para ampliar os conhecimentos nesse campo e criar mecanismos de controle da violência entre a juventude. [...]

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