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O comprometimento do processo de alfabetização por falhas de consciência fonológica

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
CASTELO BRANCO

Informações do trabalho

Armênio C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
monografia
Número de páginas
42 páginas
Nível
Para todos
Consultado
392 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. A teoria lingüística
    1. O Domínio da Linguagem
    2. A Aquisição do Léxico
    3. A Fala
    4. A Aquisição do Sistema Fonético-Fonológico
    5. A Aquisição Morfológica
    6. A Aquisição Sintática
    7. A Aquisição da Semântica
    8. A Leitura
    9. A Escrita
  2. Consciência fonológica
    1. A implicação da Consciência Fonológica no Aprendizado
  3. Conclusão
  4. Referências bibliográficas

É com as experiências clínicas de fonoaudiológia que me aproximo cada vez mais do universo da aprendizagem, não somente pelo contato direto com crianças em idade pré-escolar e escolar, mas também pelos inúmeros encontros de assessoria, palestras, cursos e estudos com profissionais da área de educação e afins. Diante de tantas informações e múltiplas experiências teóricas e práticas, surgiram muitos questionamentos, curiosidades e constantes buscas de respostas. É pela busca das respostas que esta pesquisa tem como objetivo refletir e aprofundar os estudos sobre a relação entre Consciência Fonológica e a Aprendizagem Escolar.
Para tanto, cabe explicitar primeiramente o que alguns teóricos entendem por Consciência Fonológica. Segundo Martins (1996:15), "é a maneira de como a criança encara a palavra", isto é, ela passa por um processo onde é necessário que "ignore o significado da palavra e preste a atenção à estrutura", uma vez consciente da estrutura da palavra, ela tem domínio para examinar e manipular essa estrutura. Então, Consciência Fonológica pode ser compreendido como sendo um processo onde a criança toma consciência dos sons que compõem a fala.
Consideramos que para a composição de um novo cenário para a educação, bem como para a recomposição do universo da subjetividade, a fonoaudiologia é um dos poderosos instrumentos para assegurar um desenvolvimento, um despertar e, sobretudo, motivar a espontaneidade da criança.
Tomo como hipótese, mediante outros estudos sobre o assunto e minha prática clínica, que as crianças com falhas na Consciência Fonológica apresentam dificuldades no processo de alfabetização, o que me direcionou para realização esta pesquisa. O procedimento metodológico tem como suporte empírico a análise dos efeitos da aplicação da triagem Perfil de Habilidades Fonológicas (Carvalho, Alvarez e Caetano) para pesquisar, melhor estudar e possibilitar estratégias de ação prática na relação da Aprendizagem com a Consciência Fonológica.
Este estudo se realiza mediante uma testagem em 47 alunos do Externato Coração Eucarístico que inicialmente foram submetidos à triagem citada anteriormente no momento no ano em que cursavam o Jardim III, não tendo sido ainda submetidos à escrita formal. Um ano após, já finalizando o processo de alfabetização, os mesmos alunos realizaram ditado de 37 palavras, produção de texto mediante 2(duas) opções de gravuras e leitura também com 2 (duas) possibilidades de escolha, ambas compatíveis pedagogicamente para os parâmetros da referida classe. A população alvo ainda foi selecionada através variáveis, sendo critério de inclusão, crianças de ambos os sexos, moradores na cidade do Rio de Janeiro há dois anos de 5 e 6 anos de idade cronológica. Foram excluídas as crianças com deficiência auditiva, cognitiva, transtornos de fala e comportamentais, fatores estes que impossibilitassem a veracidade da triagem ou que poderiam interferir como causas no processo formal de alfabetização.
Trata-se de um estudo de casos que se define pela precisa delimitação de seu objeto. O caso pode ser, segundo os autores, "similar a outros, mas é ao mesmo tempo distinto, pois tem um interesse próprio, singular". Como os próprios autores sugerem "quando queremos estudar algo singular, que tenha valor em si devemos escolher o ?estudo de caso?. Desta forma, mesmo partindo de uma hipótese, esta monografia manteve o pesquisador atento para incorporar à investigação os novos elementos ou dimensões que iam surgindo ao longo da pesquisa, seguindo, assim, a explicitação dos pesquisadores M. e André, M (1986: 18), segundo os quais no estudo de campo, tanto a hipótese, quanto as formulações teóricas iniciais podem ser redefinidas ao longo da pesquisa.

[...] Por sua parte, Kato (1996, expressa sobre o assunto, usando um diagrama donde: a fala1 (seria a fala anterior ao contato da criança com a escrita) escrita 1 (seria a escrita tendo como objetivo a representação da fala escrita 2 (é a escrita que se torna quase autônoma da fala, através de convenções rígidas) fala 2 (é aquela que resulta do letramento, ou seja, é a fala que acaba sendo influenciada pelos diferentes níveis de escolarização e pelo uso que se faz da escrita.). [...]


[...] Todos os investigadores coincidem em que os sons da fala são especiais, um só código especialmente eficaz para a estrutura fonêmica da linguagem, e o processo de percepção da fala é diferente do processo de percepção que não pertencem à fala?. Afirma: percepção da fala é um processo diferente dos outros processos de percepção auditiva Isto é, os indivíduos quando ouve uma palavra, pode discriminar o estímulo a partir da sua identificação sonora quando faz esta distinção está usando da sua percepção classificatória. [...]


[...] O processo de desenvolvimento cognitivo permite ao homem compreender que a fala é composta por sons e que estes sons, podem ser representados por desenhos, os quais passam a possuir valores sonoros. E percebe, sobretudo que os desenhos podem ser substituídos por sinais. E esses sinais possibilitam ao homem a escrita silábica. grande inovação de uma escrita silábica é que ela se baseia numa análise da palavra enquanto forma lingüística, ou seja, seqüência de sons, desmembrando-a em sílabas que são unidades sonoras e não necessariamente unidades de significados?, afirma Rego (1983:22) apud Morais (1997:15). [...]

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