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Considerações sobre a violência sexual na infância

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Marta O.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
dissertação
Número de páginas
11 páginas
Nível
Especializado
Consultado
57 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Definição

A violência sexual na infância é uma realidade que não pode ser ignorada, devido às conseqüências físicas e psíquicas deixadas na vítima. As situações de maus tratos e violência sexual na infância colocam à prova a integridade, a responsabilidade e acima de tudo o amor dos progenitores. Em muitos casos são eles os próprios agressores, abandonando a fantasias de muitos para a realidade incestuosa. Ou ainda os genitores negligenciam a criança de tal forma, que delegam a um terceiro indivíduo, seja empregado, vizinho, parente ou amigo, o cuidado para com os filhos, podendo assim esta pessoa "confiável" ser o próprio agressor, exercendo sobre a criança autonomia, domínio, pressão em forma de chantagem e ameaça.
A ambivalência afetiva sentida pela criança é natural em algumas fases do desenvolvimento, nos casos de violência terá proporções que o ego do sujeito não tem condições de suportar devido sua pouca idade. A fase edípica é vivida de forma real e violenta, impossibilitando assim, o processo de passagem da criança para a vida adulta enquanto ser desejante.

[...] Cada vez mais a palavra pedofilia tem aparecido na mídia, e a sociedade tem se escandalizado com casos terríveis, em que adultos ultrapassam a fronteira da sanidade para exercer práticas sexuais clandestinas com crianças, provocando na vítima tanto distúrbios físicos (sífilis, por exemplo) como distúrbios psíquicos (culpa, por exemplo). A Organização Mundial de Saúde (OMS) define a pedofilia como a ocorrência de práticas sexuais entre um indivíduo maior de 16 anos com uma criança na pré-puberdade (13 anos ou menos). [...]


[...] Além da psicose a criança abusada pela genitora pode vir a se tornar neurótica ou perversa, pois há uma ruptura na estrutura normal de desenvolvimento do sujeito gerando a patologia, já que a mãe irá permitir que a criança entre em sua intimidade, encorajando-a a realizar seus desejos infantis, assim como de ser o falo para ela. Desde o surgimento do mundo, que homens e animais apresentam corpos sexuados e que para a concretização da prática sexual obedecem a regras e exigências da natureza. [...]


[...] Segundo o ponto de vista organicista, os maus tratos e a violência sexual na infância, produzem efeitos devastadores no psiquismo da vítima. Crises internas de depressão, ansiedade, pensamentos suicidas, estresse pós- traumático. Ou ainda comportamentos delinqüentes, impulsivos, agressivos, hiperatividade, ou abuso de substâncias psicoativas, podem ser resultado de violência sexual na infância. O distúrbio de personalidade limítrofe (boderline) está fortemente relacionado aos maus tratos na infância. Estudos feitos por Teicher (2002) com pacientes limítrofes o fizeram suspeitar que a exposição precoce a várias formas de maus tratos provoca alterações no desenvolvimento do sistema límbico, que segundo ele desempenham papel central na regulagem da emoção e memória. [...]

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