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A inteligência a serviço da segurança pública

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Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
Fumesc

Informações do trabalho

Fabio P.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
11 páginas
Nível
Para todos
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Aspectos gerais da inteligência
  2. A inteligência policial
  3. Análise criminal

O crescimento da violência e índices de criminalidade é um fenômeno global. O Brasil, em particular, como detentor da indesejável marca de quase campeão em mortes violentas por uso de armas de fogo, busca encontrar novos caminhos que possibilitem uma luta efetiva e eficaz contra esse fenômeno, de forma que o Estado possa garantir a segurança de seus cidadãos, promovendo o bem comum.
Para isso, os serviços de inteligência são mais que necessários, além das Forças Armadas, órgãos de diplomacia, as polícias e todo o aparelho burocrático que venha permitir, ao Estado, condições mínimas para que alcance sua autonomia no sistema internacional.
A atividade de inteligência de Segurança Pública surge, nos dias atuais, como um instrumento de resposta e trabalho efetivo no combate à crescente onda de violência e, em particular, no caso de crimes de alto padrão de complexidade e sofisticação, buscando o conhecimento de todos os aspectos ocultos da prática criminosa que, geralmente, são dificilmente detectados por meios e técnicas tradicionais de investigação policial. Além disso, o produto das atividades de Inteligência serve, também, para fornecer subsídios e assessorar as autoridades governamentais na elaboração de Planos e Políticas de Segurança Pública.
A área de inteligência no Brasil teve sua configuração estabelecida pela Lei nº 9.883, de 7 de dezembro de 1999, com a criação da ABIN ? Agência Brasileira de Inteligência (considerada como o órgão central do sistema de inteligência brasileira e que tem a função de regular o fluxo de informações produzidas pelas instituições a ela vinculadas) e instituição do Sistema Brasileiro de Inteligência ? SISBIN.

[...] As organizações de inteligência de segurança surgiram, assim, com a ocorrência do policiamento político, na primeira metade do século XIX, em função da ameaça representada "por movimentos inspirados na Revolução Francesa e pelo nascente movimento operário anarquista e socialista", diz Cepik. Em decorrência da necessidade da manutenção da ordem interna, foram desenvolvidas "novas técnicas e recursos de vigilância, infiltração, recrutamento de informantes e interceptação de mensagens para a repressão política dos grupos considerados subversivos". O processo generalizado de profissionalização das polícias e a emergência de unidades de investigação criminal incentivaram a ampliação das "capacidades de detecção, captura, interrogação, periciamento técnico, vigilância e armazenamento de informações sobre novas áreas criminais e segmentos populacionais" (DANDEKER, 1990; GOLDSTEIN apud CEPIK). [...]


[...] Cepik (2003) afirma que as primeiras organizações profissionais, de caráter permanente, de inteligência e de segurança datam do século XVI, na Europa, a partir do processo de afirmação dos Estados nacionais como forma predominante de estruturação da autoridade política moderna. O período se caracterizou por sérios conflitos sociais que surgiram com as pressões impostas pelos califados árabes e pelos movimentos populares na estepe oriental da Europa e culminou na guerra como busca de resolução do impasse. No período compreendido entre os séculos XVI e XVII, as relações diplomáticas se intensificaram na Europa e "serviam tanto para a representação e a negociação dos interesses coletivos das unidades políticas quanto para a obtenção e comunicação de informações". [...]


[...] Isso inclui não apenas a "configuração das áreas físicas de atividade policial, bem como os dias, horários e formas de emprego da força policial". Além disso, a análise estratégica procura identificar condições anômalas na segurança pública. Com esse conhecimento, pode promover o eventual redimensionamento da prestação dos serviços policiais, buscando otimizar sua funcionalidade, efetividade, eficácia e eficiência. Pode contribuir, também, para implementação de políticas comunitárias e de resolução de problemas na gestão da segurança pública". Outra utilidade da análise estratégica é buscar a identificação de atividades criminais, ocorridas fora do seu padrão comum, como aqueles delitos praticados com freqüência superior aos valores costumeiros ou, ainda, em tempos diferentes da sua habitual distribuição sazonal Análise Criminal Administrativa A análise criminal administrativa tem seu foco de atuação nas atividades de produção de conhecimento, como o econômico, geográfico, social e organizacional (policial). [...]

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