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Análise sócio-política do homem

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
UFMA

Informações do trabalho

Anderson D.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
5 páginas
Nível
Para todos
Consultado
149 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Sociabilidade como característica essencialmente humana
  3. Implicações da sociabilidade e politicidade
  4. Concepções de sociabilidade e politicidade na modernidade
  5. A sociabildade e o Estado moderno.

As discussões que permeiam a realidade humana sempre chamaram a atenção de muitos filósofos durante o caminhar dos anos. Não diferente a este fato, o estudo do homem inserido em um contexto social e político é alvo de nosso estudo.
Partindo do entendimento lógico do que vem a ser a própria sociabilidade e a politicidade humana neste trabalho será exposto um breve comentário a respeito desse tema utilizando como principais artifícios a explicação de diversos filósofos e ou sociólogos no decorrer dos anos. Assim como uma explanação de como se da à relação entre estes princípios tão corriqueiros no cotidiano dos homens.
Será abordada, primeiramente, a questão da sociabilidade do homem como característica essencial da sua própria condição humana enquanto ser plural. Após essa primeira abordagem, serão apresentados os fatores que propiciaram o surgimento da esfera política do homem a partir de elementos intrínsecos a ele, como o fato da própria sociabilidade humana, bem como a concepção das relações que estas dimensões do homem se desenvolvem na mentalidade que permeiam a modernidade.

[...] Todavia, Tomás afirma que existe certa dependência do estado em relação à igreja quando se consideram temas relacionados à finalidade sobrenatural do homem Concepções de sociabilidade e politicidade na modernidade Na Modernidade encontramos filósofos que defendiam a idéia individualista de Platão e outros que defendiam idéia do coletivo de Aristóteles. Dentre os defensores de Platão, destacam-se Spinosa, Hobbes, Locke, Rousseau e Vico, citados por Mondim (2002, p. 166). Contudo, é necessário lembrar que a concepção destes aproxima-se de Platão apenas na defesa do homem como ser mais importante do que o coletivo, pois logicamente suas explicações diferem-se devido ao próprio momento histórico-econômico onde esses estão localizados (todos são filósofos Iluministas, portanto, defendem o capitalismo). [...]


[...] Contudo, a alma do homem foi punida e presa dentro de um corpo, daí a necessidade de organização junto a um Estado. Este filósofo divide o corpo humano em três partes: cabeça (onde se encontra a virtude da sabedoria), peito (onde se observa à coragem) e o baixo-ventre (onde se tem como virtude principal à temperança). O Estado, contudo, deveria ser conduzido por aqueles que possuíssem a virtude da sabedoria mais desenvolvida, portanto, deveria ser governado pelos filósofos. Já Aristóteles defende que a alma e o corpo do homem são um só portanto, o homem busca naturalmente o convívio social. [...]

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