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Ciência de caráter gnosiológico e ciência de caráter ontológico

Informações sobre o autor

ASSISTENTE SOCIAL EM UNIDADE HOSPITALAR ONCOLOGICA
Nível
Especializado
Estudo seguido
ESPECIALIST...

Informações do trabalho

Valéria O.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
pdf
Tipo
estudo
Número de páginas
13 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Ciência de caráter gnosiológico e ciência de caráter ontológico

Para compreender o que é ciência de caráter gnosiológico e ciência de caráter ontológico é necessário entendermos a história da civilização humana em seus aspectos políticos, econômicos e sociais. Será necessário considerar também os avanços informacionais, tecnológicos e científicos, que estes têm gerado, e as grandes mudanças no processo de produção e reprodução da vida, principalmente no mundo do trabalho, só assim será possível entender as formas de como o homem produz conhecimento e utiliza a ciência para transformar a realidade na qual está inserido.Tomaremos como ponto de partida as concepções de ciência correspondentes a cada um dos momentos históricos aqui abordados: Concepção Ontológica Greco-medieval que vai desde a antiguidade até a Idade Média, cuja ênfase é a objetividade; Concepção do método que vai desde a Idade Moderna à contemporaneidade com ênfase à subjetividade; Concepção Ontológica Marxista que une a essência com a aparência, numa perspectiva de totalidade que inclui subjetividade e objetividade.

[...] *Graduada em Serviço Social pela Universidade Federal de Alagoas; Especialista em Serviço Social em Oncologia pelo Instituto de Câncer/RJ e Mestranda em Serviço Social pela UFAL A concepção do método na sociedade moderna é uma forma particular socialmente determinada de fazer ciência, de relevante papel histórico e social na trajetória da ciência, que têm entre seus defensores Kant, Descartes, Bacon, Popper, que após centenas de anos de discussões e intensa polemicas, uniram o empirismo com a racionalidade. Esses pensadores partem do conhecimento posto em um dado momento histórico, daquilo que já está posto, ou seja, não buscam a raiz histórica do conhecimento, conforme Chasim: [ . [...]


[...] A crise do Império Romano com o fim das conquistas militares, as invasões bárbaras (século III), e a ascensão do Cristianismo, marcaram o declínio do modo de produção escravista, dando inicio ao Feudalismo O Feudalismo na Europa ocidental, segundo Novaes e Rodrigues (1988, p. consistia em um modo de produção que se apoiava na propriedade da terra no qual o modo de produção escravista foi substituído pela exploração dos camponeses, os servos. Destaca-se neste período a servidão, o trabalho forçado e a corvéia1, além da extorsão do sobretrabalho como destaca Beaud (1987, p. [...]


[...] *Graduada em Serviço Social pela Universidade Federal de Alagoas; Especialista em Serviço Social em Oncologia pelo Instituto de Câncer/RJ e Mestranda em Serviço Social pela UFAL Paradoxalmente a ontologia marxista nos permite conhecer as determinações sociais do conhecimento, os pontos de vista de classes, as articulações entre o ser e dever-ser, a objetividade como processo socialmente determinado, o conhecimento como reflexo da realidade e a verdade como reconstrução do processo real. Portanto no processo de conhecimento o que está em jogo é muito mais que a transformação da natureza em produto de consumo, são os interesses de classes, a manutenção, conservação e alienação da sociedade atual, versus uma nova forma de sociedade nascida da decisão consciente dos homens. [...]

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