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Cigarro & corpo

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
engenharia
Faculdade
Mauá

Informações do trabalho

Cinthya B.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
23 páginas
Nível
Para todos
Consultado
303 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. A matéria prima: tabaco
  2. A história do fumo
  3. Formação do cigarro
  4. Anatomia do cigarro
  5. O cigarro pelo mundo
  6. Os efeitos do fumo no organismo
  7. Doenças causadas pelo fumo
  8. Os malefícios aos não fumantes
  9. A propaganda de cigarro
  10. Alguns dados interessantes sobre o fumo
  11. Largando o vício

O cigarro é um vício que já se espalhou por todos os lugares do mundo, mas o que muitos não imaginam é o quanto ele pode ser prejudicial á saúde humana.
Esta pesquisa comentará todos os malefícios que o fumo causa ao organismo, desde os físicos até os psicológicos.
Também será apresentada sua história, e o histórico de sua matéria prima principal: a nicotina.
Por trás desse vício, existe grandes indústrias que lucram bilhões todos os anos as custas dos fumantes. Essa pesquisa também analisará esse fato, e mostrará toda a publicidade que está envolvida nesse caso.
Enfim, esta obra tem por objetivo mostrar o quanto é preciso saber sobre o cigarro e o quão mal ele faz a nós.Não se conhece o momento exato no qual, pela primeira vez, alguém teve a idéia de acender e aspirar a fumaça das folhas secas do tabaco, as quais são originárias dos Andes. Desta cordilheira da América do Sul, o tabaco chegou ao Brasil através das migrações indígenas.
No começo, o fumo, confinado aos nativos americanos, estava profundamente relacionado às crenças destes povos, tendo pouca relação com o prazer e com o status do consumo do tabaco. Desta forma, acreditava o indígena que a fumaça obtida através da queima das folhas secas do tabaco era a materialização milagrosa do hálito dos pajés.
Da América para o mundo, foi um passo. O primeiro porto: a Europa. As sementes de tabaco foram enviadas para o Imperador Carlos V, sendo cuidadosamente cultivadas, e logo apreciadas. Em uma outra versão, reporta-se a utilização do tabaco por marinheiros da esquadra de Cabral, graças à sua ação cicatrizante. No entanto, a grande maioria dos homens do mar preferia, mesmo, era fumá-lo.
Ao tabaco ainda foram atribuídos apelidos como "Erva Santa ou Erva-das-Índias", pois lhe eram conferidas propriedades curativas para dores de cabeça, para os males do estômago e para as ditas "úlceras cancerosas". Obviamente, isto ajudou, em muito, a popularização do hábito de fumar entre os integrantes de cortes européias.
A introdução do tabaco como uma droga para males do corpo e da mente gerou reações diversas em diferentes grupos. Os grupos de médicos da época optaram por uma estratégia científica pouco ortodoxa. Puseram-se a escrever tratados sobre o fumo mesmo sem jamais terem visto uma folha do tabaco. Rapidamente, surgiu uma "literatura médica" empenhada em provar que a "Erva Santa" podia curar nevralgias, gengivites, fístulas, pústulas, dores de dentes, bicheiras e outras doenças. Do outro lado, várias vozes levantaram-se contra a tendência de transformar toda a farmácia da época em uma "botica de uma droga só". E a calorosa discussão entre tabagistas e antitabagistas, que já dura cinco séculos, começou.
O nome nicotina surgiu tempos depois. Acredita-se que o embaixador francês na corte portuguesa, Jean Nicot, enviou uma partida de fumo, com algumas instruções, à sua rainha, Catarina de Médici, esposa de Henrique 11, a qual vivia atormentada por crises contínuas de enxaqueca. O fumo chegou à Sua Majestade em 1559. Imediatamente, a rainha começou a cheirar o pó e a pitar pequenos cigarros, sendo acompanhada por boa parte de sua corte. O ato de Nicot fez com que, depois, o botânico De la Champ batizasse o tabaco, cientificamente, com o nome de Herba Nicotiana, dando o nome do embaixador francês a todo o gênero de plantas ao qual o fumo pertence.

[...] O ato de Nicot fez com que, depois, o botânico De la Champ batizasse o tabaco, cientificamente, com o nome de Herba Nicotiana, dando o nome do embaixador francês a todo o gênero de plantas ao qual o fumo pertence FORMAÇÃO DO CIGARRO 3.1 Estrutura Um cigarro é formado por três partes fundamentais: Corpo É a mistura das folhas que dão forma ao interior do cigarro. Nesta parte está a substância pura, ou seja, as combinações ?secretas' das folhas para o sabor, que variam de marca para marca. [...]


[...] Isto pode ser explicado pelo fato da fumaça do cigarro causar redução na função pulmonar e aumentar a quantidade de carboxiemoglobina, dificultando o transporte de do sangue. Pesquisas apontaram uma melhora no desempenho de nadadores, velocistas, ciclistas em geral, apenas pela abstinência ao fumo. E eles reportaram terem se sentido melhor exercitando-se em uma condição de não fumante O fumo e o Pulmão O pulmão humano é composto de pequenos glóbulos chamados alvéolos. O fluxo de sangue e a irrigação sangüínea entre o coração e o pulmão são intensos. [...]


[...] ; Cianeto Hidrogenado; Amônia - utilizado em limpadores de banheiro; Formol - componente de fluído conservante; Monóxido de Carbono - o mesmo gás que sai dos escapamentos de automóveis, e como tem mais afinidade com a hemoglobina do sangue do que o próprio oxigênio, toma o lugar do oxigênio, deixando o corpo do fumante, ativo ou passivo, totalmente intoxicado O CIGARRO PELO MUNDO A África, a Europa Oriental e a América Latina são o alvo dos fabricantes ocidentais de cigarro, que vêem nos países em desenvolvimento uma gigantesca oportunidade comercial. [...]

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