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Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
administração
Faculdade
FACECA/FADIVA

Informações do trabalho

Data de Publicação
08/01/2007
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
25 páginas
Nível
Para todos
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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Educação e êxodo rural

Os movimentos populacionais, também chamados de migrações, atingem, no mundo contemporâneo grandes dimensões, mas é um fenômeno tão antigo quanto o homem. As primeiras populações humanas eram nômades, ou seja, viviam em constante deslocamento em busca do abrigo, água e alimento.
No mundo, talvez o mais significativo de todos os movimentos migratórios tenha sido a migração do campo para a cidade, pois foi o que gerou maiores transformações geográficas.
Nas últimas décadas ocorreram grandes transformações na relação cidade-campo resultando em nova especialização e territorialização do rural e do urbano em nosso país.
As transformações mencionadas estão associadas aos processos sociais como os deslocamentos populacionais, que reorganizarão o especo e o colocaram em contato realidades diferentes, diferentes culturas e concepções diversas de mundo, que interagem e se influenciam mutuamente.
Os movimentos ou deslocamentos populacionais têm aumentado muito no mundo contemporâneo e ocorrem em diversas escalas: Local, regional e internacional.
No caso brasileiro, a migração campo-cidade (também denominada de êxito rural) atingiu seu auge nas décadas de 60 e 70. No Brasil, o movimento migratório rural-urbano foi conseqüência de várias decisões tomadas e relacionadas ao processo de industrialização brasileiro e à modernização do campo. Os processos de urbanização e industrialização, que também são profundamente inter-relacionados, constituíram-se através de profundas transformações no campo.
Os mais atingidos pela migração foram aqueles que não possuíam terras e já trabalhavam para outros, porque com a mecanização e as precárias condições de vida no campo, são obrigados a migrar. Mas os pequenos proprietários também chamados agricultores familiares, também foram muito atingidos. Da forma como foram implantadas essas transformações no campo, os pequenos agricultores foram prejudicados, sendo que dificilmente conseguiam melhorar de vida e expandir suas terras. Assim é que ocorreu uma fragmentação cada vez maior das suas propriedades, devido ao parcelamento por herança até chegar a um ponto em que a propriedade se tornava tão pequena que não dava para todos os filhos tirarem dela o seu sustento. Alguns filhos então, encontravam duas alternativas: Tornar-se arrendatários, parceiros ou assalariados nas grandes propriedades ou migrar para a cidade. Essas também eram alternativas que sobraram para os que vendiam suas terras.
Nas cidades, a chegada dos migrantes também alterou profundamente a organização espacial. As condições de vida que a maioria dos migrantes consegue no local de destino geralmente não são boas. Os migrantes são excluídos do seu lugar de origem e, na maioria dos casos, também encontram desamparo e exclusão no local de destino. Os que vêm do campo para as cidades, são motivo de exploração quando encontram trabalho nem sempre e regulamentado e devidamente remunerado. Diante disso, os espaços de moradia que eles ocupam são espaços da periferia, das vilas e favelas. O movimento de migração, portanto, tem uma espacialidade que pode ser identificada tanto no trajeto como nos espaços de destino dentro da própria cidade.

[...] O êxodo rural tem muitas conseqüências e todas elas saio bastante negativas e preocupantes. As conseqüências do êxodo rural mais desastrosas ocorrem nas cidades, porque aumenta o desemprego e o sub-emprego. Quando o mercado de emprego é pequeno para a quantidade demão de obra disponível; aumenta a falta de habitações, gerando preços elevados ao aluguel ou na compra das habitações; possibilita a formação de favelas e de bairros operários, sem as benfeitorias das cidades; contribui para o desaparecimento do cinturão verde (chácaras e sítios que envolvem as cidades); contribui ainda o aumento da especulação mobiliaria, deficiências nos serviços públicos urbanos como água encanada e esgoto, coleta de lixo, transportes coletivos, crises de abastecimento no mercado com falta de gêneros alimentícios e outros produtos; aumento da marginalidade social com delinqüência mendicância e prostituição. [...]


[...] implantação de uma Escola Agrícola para que todos os alunos da zona rural tenham acesso, para que possam desenvolver habilidades e qualidade do trabalho do campo evitando assim o êxodo rural. assistência às famílias através de cursos, palestras e até criação de pequenas empresas no setor rural, garantindo a fixação do homem no campo. alfabetização de adultos, incentivando à permanência das famílias no campo através de Planejamento ou Programa que propicia às famílias a continuação dos estudos, o aproveitamento da mão-de-obra local e a saúde familiar; incentivo ao lazer no campo; Criação de um PFR (Posto Fiscalizador Rural); Órgão responsável por defender um trabalhador rural ao tipo: uso inadequado dos agrotóxicos, menores trabalhadores, famílias sem condições necessárias de saúde, má qualidade das águas, moradias inadequadas desprovimento total de saneamento básico; assistência às escolas com profissionais de Educação Física, antes, música, informática e outros. [...]


[...] Para Abramowick e Moll (2002, p.49): Há garantia de acesso para 95% da população em idade escolar e mesmo os restantes estão distribuídos entre e que são alunos com características educacionais especiais e de alunos que se encontram na zona rural os alunos permanecem mais de 8,5 anos na escola entrando com 7 anos só conseguindo, nesse tempo completar as 5 primeiras séries (há em média) devido a uma fantástica repetência acumulada. De acordo com Chauí (2001, p. 146) a questão de acesso é fundamental e diz ela: Seja qual for o Estatuto Econômico, a posição dentro de um sistema global de dependências sociais, um indivíduo participa da vida social em proporção ao volume e à quantidade das informações que possuem, mas especialmente em função da sua possibilidade de acesso as fontes de informação, de suas possibilidades de aproveita-las sobretudo, de sua possibilidade de nelas intervir como produtor do saber. [...]

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