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Identidades como Abstração

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
assuntos...
Faculdade
PUCsp

Informações do trabalho

Rachel N.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
8 páginas
Nível
Para todos
Consultado
0 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Tema
  2. Problematização
  3. Objetivo
  4. A Revolução Espanhola como Ruptura com o Modelo de Revolução
  5. Para Terrorismo de Estado, Anarquismo Urgente

A revolução de 1968 proporcionou uma mudança nas ações das pessoas que participaram desse movimento libertário. As positividades das ideologias foram aproveitadas durante o fluxo de pensamentos que formava. A escolha e a multiplicidade de perspectivas co-existiam e marcam os corpos, pois estes formam a história. Nesse movimento ocorreram ações voltadas para o presente, para a realização de utopias: heterotopia. São movimentos assim, que não procuram por identidade, que os anarquistas defendem. Neste trabalho haverá as contraposições dos movimentos que procuram por legitimidade e identidade com os que não o fazem. Conceito de massa como captura do Estado burguês e do Estado comunista na sociedade disciplinar.

[...] Porém os anarquista, assim como Stirner e Deleuze, sabem que todo Estado, seja liberal ou socialista, somente existe com a burocracia centralizada e hierarquizada; nele impera idéias fixas, autoritarismo, identidades essenciais, abstrações e estereótipos, a liberdade individualista/ mesquinha/ egoísta, e a corrupção, o que portanto permite a continuação da sociedade injusta com privilégios burguês, logo os anarquistas não permitiram essa ideologia permanecer em meio a revolução espanhola. A Revolução Russa teve a presença marcante do marxismo e algumas participações anarquistas, que logo foram caçadas. [...]


[...] Estes autores, portanto colonizam o biopoder de Foucault por positivarem a legalização das coisas como sendo públicas e pertencentes aos movimentos de resistência no âmbito global. E assim restauraram a idéia de identidade e de libertação na legalidade. Hakim Bey e Deleuze desaprovam qualquer tipo de libertação em forma de resistência. As minorias que querem se tornar maioria não anseiam por legitimidade e desistem da radicalidade para se acomodarem com direitos. Deleuze lê os direitos como dispositivos de captura, estes foram criados pela jurisprudência e são utilizados pelas instituições para controlar os indivíduos; o devir minoritário como forma de resistência apenas se forma no estado de insurreição. [...]


[...] A Revolução Espanhola como Ruptura com o Modelo de Revolução Nildo Avelino indica que a revolução espanhola é o objeto de reflexão da anarquia por ter compreendido diversas experimentações, tais como, o convívio do mutualismo e do coletivismo executadas na prática da auto- gestão e do federalismo, ademais incorporaram práticas anarcocomunista de Kropotkin e Malatesta. A relação de si - consigo está presente nela pois todas as práticas econômicas se derão na subjetividade revolucionária anarquista A revolução espanhola enfrentou a vanguarda revolucionária, comunistas com maioria da social-democracia; suas práticas parlamentares e reformistas (UGT) tinham a intenção de transformar o povo em massa. [...]

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