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Nível
Para todos
Estudo seguido
assuntos...
Faculdade
Unopar

Informações do trabalho

Data de Publicação
30/10/2008
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
7 páginas
Nível
Para todos
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O surgimento do serviço social frente as necessidades das questões sociais na história republicana: como surgiu o serviço social no Brasil

  1. A história de Formosa

A década de 30 do século passado marca nosso país como um momento revolucionário na história, onde um país agrícola se reveste de um processo de industrialização como a solução de alavanca-lo de uma crise econômica, isto leva o Brasil a um expressivo avanço que o direciona para o desenvolvimento social, político, cultural e econômico, sendo neste contexto o surgimento do Serviço Social no Brasil.
Quando se aborda assuntos correlacionados com o trabalho e o capital, dificilmente não discutiremos a denomida questão social. E quando refletimos nestes elementos no período republicano, mais estritamente nos anos compreendido de 1930 a 1945, presenciamos um momento intrigante onde o trabalho e o capital tornam-se elementos de um conflito de interesses entre governantes e a tão explorada massa. Onde a resposta a estes conflitos nem sempre são dadas com as mais nobres razões e que mesmo assim beneficiam pessoas e se perpetuam ao longo da história.
Em 1929 o Brasil estava passando pela maior crise da história republicana devido sua economia agrícola que era a principal fonte de renda brasileira. Os 70% da população brasileira vivia no campo dependentes do café, principal produto brasileiro de exportação, foram atingidos com o crash da Bolsa de valores de Nova York que conseqüentemente trouxe queda para o preço do café diminuindo as exportações, onde refletiu negativamente na economia do pais e atingiu vertinosamente quem dependia dele para a sobrevivência (CIVITA, 1980).
O Brasil estava entrando em uma grande crise econômica. Neste contexto, Getulio Varga é eleito para presidência em 1930, e logo nos primeiros anos de seu governo ele tentou buscar soluções para os problemas existentes no pais, logo suas soluções mexeriam com a economia e com tudo que estava ligado a ela, pois a mesma era o centro da maior problemática brasileira, a crise. O setor industrial entra em cena e passa a ser o mais privilegiado na economia brasileira, onde ocorre uma grande e rápida expansão industrial e o café deixa de ser o polo da economia brasileira, mas continuava sendo o centro das exportações.
Ao conhecer o pano de fundo histórico do serviço social nota-se a presença marcante de uma sociedade capitalista a beira de um colapso, tendo como alternativa para sua resolução o enfrentamento das questões sociais, tornando-se indispensável a presença do assistente social.
A institucionalização do serviço social desenvolveu os primeiros campos de trabalho da nova profissão, e o enfrentamento dos problemas a ela relacionados levou a aplicação de implatação de políticas sociais, sendo algumas delas conhecidas como as ações paternalistas de Vargas. Estas ações apesar de não atigirem tão profundamente o objetivo no qual se propuseram tornou-se um avanço e marco na história social, política, econômica e cultural do Brasil.

[...] O Surgimento do Serviço Social A obra filantrópica, como era visto o serviço social, a partir deste cenário preocupante passa a ter um caráter profissional. Getúlio aproxima- se da igreja católica, e com apoio mútuo a igreja oferecia suporte para as políticas do estado e vargas cooperava com muitos dos propósitos da igreja (MONTENEGRO, 1972). Mas para que a nova atividade se mantivesse como profissão e fosse reconhecida pela sociedade, fez-se necessário a formação de profissionais competentes, que cooperasse significativamente com a sociedade, com esse objetivo foi fundada a primeira escola de Serviço Social do Brasil no ano de 1936 em São Paulo. [...]


[...] Mas, como tudo aconteceu de forma repentina e desordenada, as cidades não estavam preparadas e não haviam suportes para receber todas as pessoas que estavam vindo do campo, com isso surge o agravamento da questão social com cidades superlotadas e campo desabitado. O mercado era excludente, não havia escola, saúde, serviço de água e esgoto, e habitação para todos, aumentando assim o índice de miséria e pobreza urbana, como comenta Civita (1980, p. 81) 1935, de 544 cidades brasileiras com mais de 2000 habitantes, apenas 200 contavam com algum serviço de água e esgoto”. [...]


[...] Neste contexto de mudanças no pólo econômico do país, revoluções, crises políticas e com isso agravamento das questões sociais o profissional da ação social ganha seu espaço e respeito em meio a uma sociedade que preparava-se para prósperar com uma nova visão de desenvolvimento industrial tendo também uma estrutura organizada que buscava suprir as classes trabalhistas em outras palavras alcançava a massa. REFERÊNCIAS ARRUDA, José Jobson de e Nelson Piletti. Toda a História: História Geral e História do Brasil ed. [...]

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