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CEMAIA - Centro Municipal de Atendimento à Infância e...
Nível
Especializado
Estudo seguido
Graduação...

Informações do trabalho

Data de Publicação
04/10/2008
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
4 páginas
Nível
Especializado
Consultado
11 vez(es)
Validado por
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Resumo do livro "O cotidiano e a história" da autora Agnes Heller

Segundo Heller, na estrutura da vida cotidiana, o homem já nasce inserido na vida cotidiana, sendo esta, a vida do homem inteiro, ou seja, de todo homem, pois a todos a vivem, sem nenhuma exceção. Ninguém consegue desligar-se inteiramente dela e nem vivê-la intensamente.
O homem participa da cotidianidade em todos os aspectos de sua área individualmente, de sua personalidade, colocando em funcionamento todos os seus sentidos, capacidades intelectuais, habilidades, paixões, sentimentos, idéias, etc.
A vida cotidiana é, em grande parte, heterogênea, mas igualmente hierárquica. A heterogeneidade é imprescindível para conseguir uma previsão normal da produção e da reprodução da cotidianidade, e o funcionamento rotineiro da hierarquia espontânea é igualmente necessário para que as esferas heterogêneas se mantenham em movimento simultâneo.
A vida cotidiana é a verdadeira essência da substancia social, é a vida do indivíduo, sendo este ao mesmo tempo, um ser particular e um ser genérico, e isso, em sentido natural não o distingue de nenhum outro ser vivo.
A particularidade, no caso do homem, expressa não apenas um ser isolado, mas também um ser individual, em que um homem jamais poderá representar ou expressar a essência da humanidade, sendo a unicidade e a inelegibilidade, fatos fundamentais que caracterizam essa particularidade social.
O desenvolvimento do indivíduo, é antes de mais nada, função de suas possibilidades de liberdade, pois ninguém é igual a ninguém, ou seja, somos diferentes uns dos outros, temos diferentes personalidades, pensamentos, idéias, etc.
O fato de se nascer já lançado na cotidianidade continua significando que os homens assumem como dadas as funções da vida cotidiana e as exercem paralelamente.
Em particular, o indivíduo sugeriu a ética como uma necessidade da comunidade social. A ética como motivação (moral) é algo individual, mas não particular; é individual no sentido de ter, mas a liberdade de escolha adotada por nós diante da vida, da sociedade e dos homens.
Não podemos analisar a questão da diferença entre esses afetos, pois a confiança é um afeto do indivíduo inteiro e mais acessível à experiência, a moral e a teoria do que a fé, que se fixa sempre no individual, particular. Cada uma de nossas atividades cotidianas faz-se acompanhar por certa fé ou uma certa confiança.
Se o afeto confiança adere a um juízo provisório não representa nenhum preconceito o fato de se ter é o caso dos preconceitos, pois é característico da vida cotidiana esse manuseio grosseiro.
Não há vida cotidiana sem imitações, jamais procedemos seguindo os preceitos, mas imitamos os outros.

[...] A fé e a confiança, também, desempenham na vida cotidiana um papel muito mais importante que nas demais esferas da vida, ou seja, ocupam mais espaços na vida cotidiana. O conhecimento se limita ao aspecto relativo da atividade por isso, o espaço da confiança e da fé é inteiramente diverso na vida cotidiana. Não podemos analisar a questão da diferença entre esses afetos, pois a confiança é um afeto do indivíduo inteiro e mais acessível à experiência, a moral e [...]


[...] jamais poderá representar ou expressar a essência da humanidade, sendo a unicidade e a inelegibilidade, fatos fundamentais que caracterizam essa particularidade social. As necessidades humanas tornam-se conscientes no indivíduo sempre sob a forma de necessidades do EU (fome, dor, paixão, etc.), ou seja, satisfação dessas necessidades do EU é a dinâmica básica da particularidade individual humana. O genérico também, está contido em todo homem mais precisamente, em toda atividade que tenha caráter genérico, embora seus motivos sejam particulares, ou seja, apesar de cada indivíduo ter um motivo particular, um problema particular, a maneira de resolvê-lo será genérico , isto é, comum. [...]

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