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A reforma agrária entendida politicamente

Informações sobre o autor

autônoma
Nível
Especializado
Estudo seguido
Letras

Informações do trabalho

Montserrat C.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
monografia
Número de páginas
18 páginas
Nível
Especializado
Consultado
282 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Explicação e justificativa da reforma agrária
    1. Eliminação do latifúndio
    2. O desenvolvimento do setor agrário -MDA- ministério do desenvolvimento do setor agrário
    3. Índice de concentração de terras
    4. . Reforma agrária como instrumento de emprego (PROGER Rural - programa de geração de emprego e renda rural
  2. Conclusão

A Reforma Agrária cumpre um papel estratégico na elaboração de um projeto de desenvolvimento econômico, na medida em que este projeto aponte para a democratização da propriedade da terra, a geração de empregos rurais e urbanos, a redução dos índices de violência no campo e o fortalecimento da agricultura familiar.
O objetivo desta monografia é discutir os principais aspectos relacionados à Reforma Agrária, dos avanços e avaliação da Reforma Agrária no período de FHC.
A problemática aqui discutida é a seguinte: O governo parte de uma tese, historicamente defendida pelas elites dominantes, de que a concentração da propriedade da terra e existência do latifúndio não se constituem em problema agrário da sociedade brasileira. E, portanto, a grande propriedade improdutiva não é empecilho para eliminar a pobreza no campo, as desigualdades sociais e as injustiças que mantêm o homem do campo tão pobre e tão longe dos benefícios do progresso. A visão do MST e, historicamente, de todas as entidades que defendem a necessidade da reforma agrária no Brasil, é justamente o contrário. Ou seja, o latifúndio é a base, é a raiz da existência, de milhões de famílias sem-terras, da existência da pobreza, das desigualdades e das injustiças no campo. Portanto, A reforma agrária é um problema apenas econômico ou pode se considerar também um problema social e moral?

[...] A reforma agrária passou a ser entendida pela sociedade como uma solução não somente para os setores do campo, mas também como uma proposta para o conjunto da sociedade, como fator de geração de emprego e renda, de diminuição do êxodo e do inchaço das cidades, de distribuição de terra e de renda, ou seja de desenvolvimento sustentável. A história inclusive mostra que a maioria dos países que hoje são considerados desenvolvidos, possuem uma agricultura forte e passaram por processos amplos de reforma agrária, isto é, de repartição das terras ou limitação do seu tamanho. [...]


[...] Mas, pelo fato de os grandes latifundiários apoiarem o governo, isso faz com que ninguém tome uma atitude radical a favor da reforma agrária. A reforma agrária também é uma forma de amenizar o desemprego, pois, com ela ocorrendo, diversas pessoas voltarão ao campo, produzindo para sua subsistência assim, aumentarão, indiretamente, o número de empregos também na cidade. Hoje, além de figurar com destaque na agenda social do Brasil, a reforma agrária começa a superar velhos preconceitos e derrubar resistências. [...]


[...] Como se apresenta na tabela, nas terras de mais de 1.000 hectares aconteceu o inverso, de 1966 a 1978, as terras disponíveis foram crescendo em porcentagem até 1978, aonde chegaram a havendo uma queda em 1992 para 50,0%. Em linhas gerais, a estrutura fundiária manteve-se quase inalterada: menos de do universo dos imóveis cadastrados, representado pelo segmento dos grandes imóveis com área igual ou superior a mil hectares, continuam detendo mais de 50% da área cadastrada. No período da ocupação dos territórios do norte e do centro-oeste, que se resulta em quase 100 milhões de hectares e outros 25 milhões de hectares estão situadas na região do nordeste que resolveram o problema do acesso à terra e imóveis, que ainda está longe de se completar, continuou seguindo o velho modelo do latifúndio, sob o domínio da mesma velha oligarquia rural (ver gráficos a seguir)[5]. [...]

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