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O poder e a sua representação iconográfica

Informações sobre o autor

A
Nível
Especializado
Estudo seguido
A

Informações do trabalho

Marta O.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
10 páginas
Nível
Especializado
Consultado
18 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. O estado absolutista
  3. O espetáculo do rei
  4. A imagem como mito na era industrial
  5. Um estudo de caso: Luis XIV

INTRODUÇÃO

Desde a constituição das civilizações, o governo sempre esteve na vitrine das decisões e sempre se colocou, para ele, o problema da legitimidade, uma questão tão mais importante, face à necessidade de acobertar o verdadeiro núcleo do poder. Muito antes que Marx o colocasse em nível de uma teoria contextualizadora, sabemos que a função precípua dos governos é manter uma determinada ordem social. Como predominaram, ao longo do tempo, sistemas de expropriação do trabalho coletivo, coube aos governos assegurar a continuidade de expropriadores e expropriados.
Assim posto, parece simples. Entretanto, há complexidades nesse processo. Não só foi necessário um aparelho jurídico-repressivo para o exercício do governo, como também um aparelho ideológico onde entrou a questão da legitimação. E acresce o fato de que o governo, amiúde, veio a ser o espaço de confronto entre os interesses contraditórios dos expropriadores, refletindo, inclusive, os interesses heterogêneos e mesmo conflitantes dos expropriados.

[...] Paralelamente, o declínio do poder político do senhor feudal, a progressiva quebra dos vínculos da dominação senhorial e a monetarização das obrigações feudais, antes pagas em espécie, sinalizaram uma ruptura nas estruturas medievais. A rebelião camponesa propagou-se, a partir do século XIV, na França, na Inglaterra e na Alemanha. As Grandes Navegações do século XV, ocorridas no prolongamento da expansão comercial européia da Baixa Idade Média, e a Reforma de Lutero revolucionaram as consciências. Rompeu-se o monolitismo católico, os castelos pareceram a perigo, o mundo se revelou mais vasto e complexo do que se imaginara nos últimos mil anos O Estado absolutista Foi em tal contexto que se formou o Estado absolutista europeu, onde o monarca hereditário se tornou a personalização do poder. [...]


[...] Isso é o mesmo que dizer que, obedecendo a padrões uniformes, os retratos monárquicos e aristocráticos tendiam a ser semelhantes, pouco individualizando os retratados. Por outro lado, os defeitos do retratado não aparecem. Quem olha um retrato de Carlos rei da Inglaterra de 1625 a 1649, pintado por Van Dick, não diz que, detrás da aparência de segurança e imponência, existia um monarca fraco, hesitante e de baixa estatura. Como também os retratos de Luís XIV não lhe denunciavam a pouca altura: não por acaso, ele introduziu o salto alto e as perucas elevadas na Corte de França. [...]


[...] Foi Bossuet que formulou a doutrina da "origem divina" do poder de Luís XIV E ele desfilou o seu poder absoluto perante os rancores, a sátira, a reverência e a admiração da Europa inteira, como se estivesse num palco, feliz de exercer o que chamava de "ofício de rei", sendo o continente a sua platéia. Luís XIV chegou a aconselhar soberanos mais jovens e inexperientes sobre como exercer este papel. Todas as atitudes cotidianas de Luís XIV eram cuidadosamente reguladas, por normas protocolares, conhecidas como etiqueta. [...]

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