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A crise decorrente do capitalismo

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Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
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Fumesc

Informações do trabalho

Fabio P.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
13 páginas
Nível
Para todos
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424 vez(es)
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  1. INTRODUÇÃO
  2. AS IDÉIAS NEOLIBERAIS
  3. GLOBALIZAÇÃO
  4. DEGRADAÇÃO AMBIENTAL
  5. MODELOS DE GLOBALIZAÇÃO
  6. O LIBERALISMO
  7. O ESGOTAMENTO DO SISTEMA CAPITALISTA
  8. CONCLUSÃO
  9. BIBLIOGRAFIA

O capitalismo é um sistema econômico, social e político que pela sua natureza se desenvolve através de crises periódicas, tanto estruturais ou sistêmicas como cíclicas. A historia dos passados três séculos do capitalismo registra pelo menos três crises estruturais:
A que na metade do século XVIII marcou o desenvolvimento da primeira revolução industrial, e a que estiveram vinculados significativos processos sócio-politicos como a revolução da Independência dos Estados Unidos, a Revolução Francesa, o movimento ludista na Grã Bretanha e a Revoluções independentistas na América Latina e no Caribe, entre os mais relevantes.
A meados do século XIX que propiciou as revoluções de 1848-1849 em vários paises da Europa, e nas quais apareceu pela primeira vez o proletariado como classe propriamente dita, embora ainda subordinada ao programa da burguesia liberal. Esse processo desembocou na transformação do sistema capitalista e a sua entrada na fase imperialista, caracterizada pela fusão do capital industrial com o capital bancário, donde surgiu o capital financeiro .
A chamada "grande crise" de 1929 ? 1933 em que esteve seriamente em causa a sobrevivência do próprio sistema capitalista, e a qual estiveram associadas a derrota da classe operaria européia pelos regimes fascistas da Itália, da Alemanha e da Espanha, a segunda Guerra mundial, e a subseqüente divisão do planeta em dois grandes blocos e a "guerra fria", assim como o triunfo das revoluções na China, no Vietnã e na Coréia do Norte, e os processos de Independência da Índia e dos paises africanos.
E a mais recente crise sistêmica que teve inicio em 1974 ? 1975, que abriu caminho ao modelo neoliberal e a sua forma de globalização, como estratégias para superar esta crise, mas na qual, no entanto, nos encontramos mergulhados, dado o fracasso de tais estratégias.

[...] Milton Friedman, divulgador do neoliberalismo e seguidor do pensamento de Hayek, também defende, em sua principal obra, Capitalismo e liberdade, a redução do Estado perante a sociedade. Igualmente vencedor do Prêmio Nobel de Economia, em 1976, Friedman admite apenas que o Estado atue em setores que o mercado não pode fazer por si só, ou seja, o Estado para ele deveria apenas funcionar como uma espécie de árbitro e colocar as "regras do jogo", com um mínimo de interferência possível, principalmente no tocante à vida econômica. [...]


[...] Segundo Edilson José Gracilolli, esse receituário favoreceu, nos últimos anos, a crise do movimento sindical, que se tornou visível pela "progressiva natureza defensiva das lutas cotidianas dos trabalhadores", do "significativo refluxo dos projetos anticapitalistas" e a crescente integração dos sindicatos à ordem do capital, quadro esse que se deu praticamente em âmbito global O LIBERALISMO O neoliberalismo representa a retomada do modelo liberal clássico aplicado ao capitalismo contemporâneo. Apesar do conceito de liberalismo político apresentar dificuldade de ser descrito exaustivamente, é relevante relembrar que, na ótica do liberalismo clássico, o Estado não deveria intervir na sociedade senão para garantir os direitos à propriedade do indivíduo, ou seja, prega-se um Estado que não se intrometa nas relações entre os homens, notadamente nas relações econômicas. [...]


[...] Para que essas metas neoliberais fossem ao menos em parte atingidas fez-se necessário que os organismos institucionais ligados aos países hegemônicos realizassem o "Consenso de Washington", que, acabou por ditar políticas a governantes conservadores, de perfil liberal, com o intuito de fazer as mudanças supostamente necessárias para se modificar o papel do Estado frente à sociedade, sob o argumento de que elas seriam imprescindíveis para a inserção de seus respectivos países no mundo contemporâneo globalizado CONCLUSÃO A crise do sistema capitalista-imperialista, decorrente das contradições que encerra, aprofunda-se incessantemente. [...]

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